Comer barra de cereais é um hábito saudável?

março 10, 2010 by Danny Mou

Não há como negar que as barrinhas de cereais caíram no gosto de muitas pessoas. Elas são fáceis de serem transportadas, podem ser levadas na bolsa, ficar por dias na sua gaveta do escritório, enfim, é um alimento que se adaptou muito bem à correria da vida moderna. No entanto, é preciso ter cuidados, assim como qualquer outra fonte de energia, a barra de cereais tem que ser consumida com moderação e jamais ser usada para substituir refeições.

“A barra de cereais não tem qualidades nutritivas para substituir refeições”, alerta a nutricionista e professora do Centro universitário São Camilo, Samantha Rhein. A profissional destaca a propaganda enganosa de pacotes de dietas que prometem perder peso por meio da ingestão apenas de barrinhas salgadas e doces. “O melhor horário para comê-las é entre as refeições”, explica Samantha.

Assim como as frutas, iogurte ou, ainda, um pedaço de queijo branco, a barra de cereais é indicada para os lanchinhos como uma forma de variar na dieta. No entanto, Mariana Del Bosco Rodrigues, nutricionista da Abeso, ressalta a importância dos alimentos naturais. “Sempre que possível é preferível optar por um lanchinho natural. Isso não quer dizer que os produtos industrializados são ruins, mas é que houve uma inversão que leva a preferência apenas pelos industrializados”.

A composição nutricional das barras de cereais depende muito de cada produto, uma vez que a variedade no mercado é bastante ampla. “De modo geral, elas são produtos energéticos, apropriados para o consumo anterior a atividade física, ou então rica em fibras, contribuindo para a regularização do trânsito intestinal. A dica é sempre analisar o rótulo (tabela de composição nutricional e lista de ingredientes)”, ensina a nutricionista Adriana Alvarenga, Gerente de Informação Científica da Gold Nutrition.

Para Mariana Del Bosco Rodrigues, as barras de cereais não deveriam ter o rótulo de “produto saudável” uma vez que são fontes de açúcar e gordura. “O ideal de ingestão diária de fibras é entre 25 e 30g e a maioria das barrinhas não têm nem 1g”, destaca.

Mas, segundo Mariana, não dá para descartar a grande qualidade desse alimento: a praticidade. A nutricionista Samantha Rhein destaca ainda outros pontos positivos da barra de cereais. “Pelo fato de possuir fibras, é preciso mastigar muito, o que sacia a sensação de fome. E também supre a vontade, principalmente das mulheres, de comer um docinho no meio do dia.”

Já os produtos indicados como light também possuem ressalvas. “A diferença entre o light e o normal é de cerca de 30 calorias, ou seja muito pouco e desnecessário para quem tem um hábito alimentar controlado”, explica Samantha Rhein. Fonte: Terra Vida e Saúde

Sugestão de leitura:

Kibe de Forno

março 9, 2010 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 09/03/10

Esta era a especialidade da minha sogra na cozinha. Todo mundo fazia fila, para saborear o kibe de forno que ela fazia! É muito fácil, basta seguir a receita direitinho. ;)

Massa:
- 500 gr de coxão-mole ou patinho moído
- 250 gr de trigo para kibe
- 1 cebola ralada
- 1 maço de hortelã bem picado (opcional) => não coloco
- 1 1/2 colher (chá) de sal
- 1 1/2 colher (chá) de pimenta síria
- 3 colheres (sopa) de margarina ou óleo

Recheio:
meio quilo de carne moida, refogadinha com cebola e temperos à gosto, bem sequinha.

Modo de Preparo:
Lavar o trigo para kibe e deixá-lo de molho na água por no mínimo 2 horas. Depois disso coloque o trigo em outra vasilha maior, espremendo-o com as mãos (deixe-o bem úmido). Junte a carne moída crua, a cebola, a hortelã, o sal e a pimenta síria. Agora trabalhe, ou amasse bem essa mistura, pois dizem os libaneses, que o grande segredo do kibe é trabalhar bem essa massa, para que o kibe fique mais gostoso e dê certo. Junte a margarina e amasse mais um pouco. Coloque metade dessa mistura de kibe numa forma média que vá ao forno, espalhe o recheio de carne moída, cubra com o restante do kibe. Por cima coloque uns pedacinhos de margarina bem distribuidos. Cubra a forma com papel alumínio e leve ao forno para assar em fogo médio, por cerca de 30 minutos. Não tire o papel alumínio, para que o kibe não resseque.

Também podemos montar em pequenos refratários, cobrir com plástico filme e congelar, antes de assar.

Sugestão de leitura:

História do Dia Internacional da Mulher

março 8, 2010 by Danny Mou

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No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Objetivo da Data

Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

Conquistas das Mulheres Brasileiras

Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo. Fonte: Sua Pesquisa

Sugestão de leitura:

Vitamina Importada

março 5, 2010 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 05/03/10

Este Centrum da foto, veio do México!
Meu primo trouxe para mim e valeu muito a pena!!! ;)

Com a mesma fórmula do Centrum antigo (que não é mais fabricado no Brasil), ele contém ainda Luteína – principal antioxidante presente nas membranas oculares (retina e mácula) Fonte: Wikipédia.

E o melhor de tudo é o preço, bem especial: pote com 100 unidades, paguei o equivalente a R$ 20,00.

Então, quem tiver a oportunidade de encomendar o Centrum importado, terá todos os benefícios da fórmula original, por um preço que vale a pena.

O importante é verificar a procedência e a data de validade. Eu fiquei muito feliz em voltar a tomar minhas cápsulas diárias de Centrum!! :D

Sugestão de leitura:

Adoçantes

março 4, 2010 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 04/03/10

Em janeiro de 2009, tivemos na comunidade Bye Bye Gordura no orkut, a seguinte enquete:

Qual adoçante você usa?
34 participantes responderam, da seguinte maneira:

12 votos (35%) Zero Cal
06 votos (17%) Não uso adoçante!
04 votos (11%) Finn
03 votos (8%) Linea (Sucralose)
03 votos (8%) Stevita (Stevia)
03 votos (8%) Outro (qual?)
03 votos (8%) Uso qualquer um; não tenho preferência.
00 votos (0%) Gold

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Cada vez mais utilizados, os adoçantes dietéticos são produzidos a partir de edulcorantes, substâncias naturais ou artificiais responsáveis pelo sabor doce. Na verdade, os adoçantes foram desenvolvidos para diabéticos, que necessitam evitar o consumo de açúcar na alimentação, não aumentando descontroladamente a glicemia no sangue. No entanto, hoje, a substância é queridinha também dos que precisam cortar o doce para emagrecer.

Os adoçantes são classificados em dois grupos: os não calóricos e os calóricos. Os não calóricos são: sacarina, ciclamato, aspartame, acessulfame e estévia. Já os calóricos são a frutose, o xylitol, o sorbitol e o manitol.

Os não calóricos existem para atender necessidades específicas, como a dos os diabéticos, ou, ainda, o de pessoas que têm intolerância a glúten, por exemplo. Assim, você pode perceber que os produtos dietéticos não são restritos para quem tem diabetes. Na verdade, o que os portadores de diabetes devem ver é se o adoçante tem, ou não, sacarose. Se tiver, não pode ser consumido.

Já os adoçantes calóricos apresentam uma menor quantidade de calorias e de outros nutrientes, mas não necessariamente estão livres de sacarose. Esses são recomendados para pessoas que querem perder peso.

Como os adoçantes têm sido usados por pessoas sem nenhum problema de saúde, apenas para evitar calorias, é necessário fazer um alerta: o consumo indiscriminado do produto pode causar problemas, pois nem todas as pessoas podem usá-lo.

Os adoçantes com ciclamato de sódio, por exemplo, devem usados com moderação por hipertensos e pessoas com insuficiência renal. Isso porque, como o próprio nome diz, eles contêm sal, que pode contribuir para o aumento da pressão sanguínea.

Crianças e idosos precisam de uma avaliação individual para saberem se podem consumir, ou não, esse produto. Além disso, ele é contraindicado para pacientes portadores da fenilcetonúria (mal congênito e raro, diagnosticado no teste do pezinho, que se caracteriza pela ausência de uma enzima que faz o metabolismo da fenilalanina).

Gestantes também devem evitar o consumo, já que os efeitos do aspartame, por exemplo, podem passar diretamente para o feto. A única recomendação é para as futuras mamães que são diabéticas.

Já a frutose e a estévia são adoçantes naturais, extraídos de frutas e de uma planta, respectivamente. No entanto, não há estudos que possam comprovar que são seguros para consumo durante o período gestacional.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a ingestão diária ideal de cada adoçante seria de:

1) Sacarina: 5 mg/Kg

2) Ciclamato: 11 mg/Kg

3) Aspartame: 40 mg/Kg

4) Acessulfame: 15 mg/Kg

5) Stévia: 5,5 mg/kg

6) Frutose: não existe limite

7) Xilitol, Sorbitol e Manitol: 15 mg/Kg

Fonte: Luana Stoduto, nutricionista – Bem Leve

Sugestão de leitura:

Almoço Árabe

março 3, 2010 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 03/03/10

Na 3ª feira de Carnaval, fizemos em casa um almoço árabe. E estava delicioso!! :)

O Kibe de Forno é uma receita especialíssima, que aprendi com minha sogra. Fica muito saboroso.

A Mjadra, também conhecida como Arroz com Lentilha, é muito fácil de fazer. Foi uma colega de trabalho que me passou a receita há mais de 10 anos; e eu faço sempre desde então.

Na foto, só faltou o Tabule… que pena!

Em breve, colocarei as respectivas receitas destas deliciosas iguarias árabes aqui no Blog. Aguardem!!! ;)

Sugestão de leitura:

Sobrepeso e obesidade estão ligados à fase de amamentação

março 2, 2010 by Danny Mou

Risco de sobrepeso é maior quando bebês comem papinha antes dos seis meses

Esperar mais tempo para começar a dar alimentos sólidos a recém-nascidos pode evitar com que eles se tornem adultos gordinhos.

Segundo um estudo da Universidade de Copenhagen (Dinamarca), quanto mais tarde as papinhas forem introduzidas na dieta dos bebês, menores são os riscos dessas crianças tornarem-se adultos com sobrepeso ou obesos. Ainda que os dados não sejam conclusivos, alguns estudos mostram que o leite materno protege a criança contra a obesidade.

A Organização Mundial da Saúde recomenda que os bebês sejam alimentados no peito, principalmente nos primeiros seis meses de vida. A pesquisa analisou pouco mais de 5 mil homens e mulheres nascidos em Copenhague entre os anos de 1959 e 1961. Nessa época, os pais eram instruídos a começarem a dar comida entre quatro e seis meses de vida da criança, mas muitos deles começavam antes.

Metade dos analisados foi alimentada com leite materno por pelo menos dois meses e meio. Enquanto outra metade, já passou a receber comida sólida a partir dos três meses e meio, em média.

Desses, 17% recebeu alimentos sólidos antes dos dois meses e 46% não começou a comer até os quatro meses. No primeiro ano de vida, bebês que eram amamentados possuíam menor Índice de Massa Corporal (IMC).

Os pesquisadores encontraram correlação entre a idade de introdução de alimentos e o IMC dos participantes na idade adulta. A cada mês de atraso de início de cardápio com alimentos sólidos, o risco de sobrepeso diminui entre 5% e 10%.

De acordo com a pesquisa, a melhor maneira é esperar até os seis meses de vida para começar a dar sólidos para os bebês, porém isso não significa ser rígido em relação a isso.

Pois alguns bebês precisam de alimentos complementares antes dos 6 meses, mas o ideal é não dar este tipo de comida antes dos 4 meses. Fonte: Minha Vida

Sugestão de leitura:

Vagem Refogada

março 1, 2010 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 01/03/10

- 500g de vagem cortada em rodelinhas
- 1 cubo de caldo de legumes
- sal à gosto
- meia cebola picadinha
- 1 dente de alho picadinho
- 1 pitada de molho inglês
- 2 colheres (sopa) bacon picadinho => opcional

Coloque uma panela com água para esquentar. Enquanto isso, refogue cebola e o alho num fio de azeite.
Caso queira, acrescente o bacon e deixe dourar. Coloque a vagem já picadinha e misture para pegar o sabor. Acrescente a água bem quente, aos poucos. Coloque o cubo de caldo, sal e molho inglês. Mexa, abaixe o fogo e deixe a panela semi-tampada.

Vá controlando a quantidade de água, até que a vagem fique macia, mas sem deixar sobrar caldo. Costumo cozinhá-las por aproximadamente 40 minutos.

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Mais informação sobre Vagem:

Vagem é o nome que se dá à bainha que envolve as sementes ou os grãos das plantas leguminosas (como o feijão e a ervilha). A vagem é uma variedade do feijão, apresentando textura áspera e suculenta. Pobre em calorias contém cálcio, ferro e fósforo e é rica em vitamina A e vitaminas do complexo B. Para ser usada como legume deve ser colhida antes do amadurecimento do grão, quando então se torna dura e fibrosa.

Não utilize bicarbonato de sódio no cozimento da vagem, já que 10% a 20% das vitaminas são destruídas, quando se usa este sal para deixá-la verdinha. Como é muito rica em fibras, a vagem atua como alimento regulador das funções intestinais. Aproveite o caldo do cozimento da vagem para com ele preparar sopas ou cozinhar o arroz. Apesar de conter vitamina C, esta se perde quase totalmente durante o cozimento.

É rica em Fibras e possui os minerais Manganês, Zinco, Cálcio, Fósforo e Ferro. Contém, ainda, Vitamina C, Vitaminas do Complexo B (principalmente a B2), e provitamina A.

100 gramas de vagem fornecem 36 calorias. Fonte: Hortifruti

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