Arquivo da Seção 'Janeiro à Abril 2009'

Batata Rösti

28th janeiro, 2017 by Danny Mou

Esta receita é simplesmente fantástica e muito saborosa. Aprendi com minha sobrinha, A-M-E-I e faço há muitos anos!

O segredo está em comprar a qualidade certa de batata, que não solta água: batata asterix. Ela tem a casca rosada e custa mais caro do que a batata comum vendida nos supermercados; mas vale à pena.

A receita é bem “a olho”! ;)

Calcule 1 1/2 batata (bem grande) por pessoa. Lave, descasque e cozinhe em água com sal até ficar macia (não deixe amolecer demais!). Deixe esfriar bem e guarde na geladeira por cerca de 6 horas. Após esse período, rale no sentido do comprimento (ralo grosso).

Eu uso a omeleteira, que faz justamente a porção individual. Quem não tiver, pode usar uma frigideira anti-aderente e fazer porção para 2 pessoas.

Leve a frigideira ao fogo, coloque uma farta porção de batata no fundo, salpique sal e despeje um pouco de azeite de oliva pelas beiradas. Arrume o recheio no centro, deixando um pouco afastado das bordas. Cubra bem com outra porção de batata e salpique sal. Tampe e deixe fritar em fogo médio. Sempre que for necessário, despeje azeite pelas beiradas. Vire com a ajuda de um prato, para dourar bem ambos os lados.

A primeira batata demora mais para ficar pronta, mas as próximas já pegam a frigideira bem quente e, consequentemente, fritam mais rápido! :)

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Meus recheios favoritos:
- strogonoff de carne;
- mussarela, tomate seco e azeitona preta;
- carne moída com azeitona preta;
- mussarela e rúcula;
- presunto e queijo prato.

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Receita publicada originalmente no Blog em 27/03/2009

Sugestão de leitura:


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Hoje vamos falar sobre pão integral

28th setembro, 2016 by Danny Mou

Como escolher o pão? Lendo o rótulo…

A tarefa de escolher nosso pão matinal não é fácil. Encontramos mais de 130 tipos de pães nas gôndolas dos supermercados. Pão integral, 100% integral, sete grãos, nove grãos, doze grãos, light, diet, cenoura, quinua, iogurte, nozes, soja, sírio integral, francês integral e até italiano integral. São muitas as variações. Tantas opções causam mais confusão do que ajudam o consumidor. O jeito é ler os rótulos e se informar para não cair em algumas armadilhas. Por exemplo, o fato de ter vários grãos não significa que o pão apresente um número maior de fibras – o pão doze grãos e nove grãos têm menos fibras que o sete grãos.

A inscrição de zero gordura trans também não deve ser levada ao pé da letra, pois obedecendo às normas da Anvisa, um alimento pode conter pequenas quantidades de gordura hidrogenada por unidade, sem a obrigatoriedade de informar no rótulo tal valor. Contudo, esse valor não declarado pode se tornar significativo, quando o consumo alcança maiores porções desse alimento.

O avanço da engenharia dos alimentos tem permitido a fortificação dos pães com inúmeros nutrientes como vitaminas, ômega 3 e ômega 6, que, pelas pequenas quantidades, poucos benefícios trazem para a saúde, não justificando a opção por esses alimentos suplementados. As informações dos rótulos, muitas vezes, não apresentam significância real, constituindo-se apenas numa estratégia para atrair o consumidor e buscar um diferencial num mercado tão competitivo.

Já o teor em sódio, em média 125 mg por fatia de pão, causa preocupação, pois assim como a maioria dos alimentos industrializados, integrais ou não, o pão contém excesso de sódio, o que dificulta a adequação do consumo recomendado, sem ultrapassar a recomendação máxima de 12 gramas de sal/dia (5 gramas de sódio).

Que pãozinho levar para casa?

Os pães são fontes práticas, baratas e saudáveis de carboidratos para as nossas refeições, principalmente para o café da manhã. Como todo alimento, o pão pode se tornar deletério quando consumido de maneira abusiva, pois tem considerável valor calórico, seja ele integral ou de farinha branca. Se observarmos seu valor calórico, o pão francês (50g) com suas 150 calorias, não apresenta muita diferença em relação ao seu equivalente integral, com suas 140 calorias em duas fatias (50g). A vantagem entre os dois são a inclusão das fibras, favorecendo os pães integrais.

As versões lights dos pães integrais foram questionadas em pesquisa recente realizada pelo Inmetro e veiculada pela mídia televisiva. O órgão fiscalizador constatou que as versões lights possuem fatias menores e com menor teor de carboidrato, o que pode não garantir a saciedade conferida pelas versões integrais normais, favorecendo o consumo de porções maiores. Assim, estes pães não cumprem sua função de alimento light, são mais caros e não apresentam vantagens em relação às versões integrais normais.

Diante das informações disponíveis, não há fundamento para abolir o consumo dos carboidratos e muito menos dos pães. Quando abolimos esse nutriente, seguimos uma dieta desequilibrada, pois abolindo os carboidratos, definitivamente excedemos no consumo de gorduras e proteínas. Com isso, além de comprometer a normalidade do metabolismo do nosso organismo, não garantimos a perda de peso. Fonte: Minha Vida

Pão integral

Trata-se de uma variedade de pão, consumido, segundo alguns autores, desde a era pré-histórica. Nessa altura, por ausência de técnicas de refinação, este tipo pão era produzido através de grãos de cereais triturados, embebidos em água ou leite, que dava origem a uma massa que posteriormente era seca ao ar e depois cozida em pedras quentes, originando o pão como produto final.

Embora possa ser constituído por farinhas oriundas de outros cereais, como o centeio ou milho, usualmente o pão integral é produzido tendo por base a farinha do grão de trigo.

O grão de qualquer cereal possui na sua estrutura diferentes constituintes, nomeadamente o pericarpo, a componente mais externa do grão; o gérmen, a camada intermédia do grão e por fim o endosperma, a sua estrutura mais interna. Na produção deste tipo de pão (integral), a farinha utilizada resulta da moagem de todo o grão. Por isso, estas três estruturas do grão, todas elas com composições nutricionais diferentes, vão estar presentes no produto final.

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Prós e contras

O componente responsável pelos benefícios do consumo deste tipo de pão é o mesmo que leva a que este alimento seja mal tolerado por alguns indivíduos. Trata-se da fibra. O fato da farinha que constitui este tipo de pão ter sofrido um baixo processo de refinação faz com que o teor de fibra seja elevado. Esse fato torna-se vantajoso já que este nutriente, quando presente nos alimentos, leva a que estes apresentem um maior efeito saciante, diminuindo por isso a sensação de fome. Além disso, é reconhecido que a fibra insolúvel (a maior fração da fibra no pão integral) promove um aumento da velocidade do trânsito intestinal, sendo por isso benéfica em situações de obstipação.

Contudo, por outro lado, graças ao seu importante teor de fibra insolúvel, o consumo de pão integral está muitas vezes associado a um aumento da flatulência, sendo por isso, nalguns casos referido como causador de algum mal estar.

O consumo de alimentos ricos em fibra, como é o caso do pão integral, tem sido frequentemente associado a um menor risco de desenvolvimento de patologias, nomeadamente alguns tipos de cancro como cólon e reto, ou outras patologias crônicas como é o caso da diabetes ou obesidade.

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Lado a lado com…

O alimento com o qual é mais frequentemente comparado é sem dúvida com o pão de trigo refinado, o chamado pão branco. A idéia de que o pão integral é menos calórico que o pão branco não passa de um mito, já que uma fatia de pão integral (cerca de 28g) apresenta perto de 69kcal, enquanto uma fatia de pão branco (25g) apresenta 66kcal. Os teores de gordura e de glicídios são semelhantes nos dois tipos de pães. As grandes diferenças surgem pelo fato do pão integral apresentar um maior teor de proteína, de vitaminas, nomeadamente as do complexo B, minerais como o magnésio, e por fim maior teor de fibra.

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Com peso e medida

A inclusão deste alimento na dieta habitual é aconselhado por muitas organizações, como American Dietetic Association, sendo também frequentemente indicado nas dietas de controlo de peso. O incentivo ao consumo deste alimento não resulta do seu valor calórico, pois esse é muito semelhante ao do pão branco, mas sim pelo seu elevado teor em fibra. A presença deste nutriente poderá ajudar no controlo de apetite, graças ao seu importante efeito saciante. O fato de ser rico em muitas vitaminas e minerais, pode igualmente ajudar a combater eventuais carências nutricionais resultantes da prática de dietas de redução ponderal mais restritivas. Fonte: Nutrition Data

Mais informação sobre Pão Integral AQUI NO BLOG!

Minhas receitas de Pão Integral:
- Pão Integral de Liquidificador
- Pãozinho Integral Recheado

Postado originalmente no Blog em 28/02/2009

Sugestão de leitura:


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Tortinha de Maçã, Passa e Canela

5th julho, 2016 by Danny Mou

Esta tortinha é bem levinha e como não fica muito doce, gosto de servir com uma calda de iogurte e geleia. Fica muito gostoso!

Ingredientes:
2 maçãs descascada e fatiada
2 colheres (sopa – bem cheias) farinha de trigo
1 colher (sopa) margarina light
1 xícara (chá) leite desnatado
1 ovo
5 envelopes de adoçante em pó
1 colher (chá) fermento em pó
1/2 xícara (chá) uva passa escura => sem semente
canela para polvilhar

Modo de Preparo:
Bata no mixer ou liquidificador: o leite, a margarina, o ovo, o adoçante, a farinha e o fermento. Adicione as passas e reserve.

Despeja a mistura num refratário pequeno untado com margarina. Arrume as fatias de maçã e as passas por cima, depois polvilhe bastante canela. Asse em forno médio até dourar, cerca de 20 minutos. Deixe esfriar bem e leve para gelar.

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Calda de Geleia:
2 colheres (sopa) geleia diet (de morango ou frutas vermelhas)
3 colheres (sopa) iogurte natural desnatado
Misture bem e use.

Receita postada originalmente no Blog em 06/03/2008

Sugestão de leitura:


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Salada de Feijão Fradinho com Salsão

11th fevereiro, 2016 by Danny Mou

Aqui em casa, adoramos feijão fradinho. Além de ser saboroso, é uma excelente fonte de proteína vegetal – cada 60g de feijão fradinho contém cerca de 12g de proteína. Preparado como salada, é ainda mais gostoso!

Ingredientes:
- 300g de feijão fradinho
- 1 folha de louro
- 1 envelope de tempero para feijão (marrom)
- 1 cebola pequena bem picadinha
- 1/2 pimentão vermelho e 1/2 amarelo bem picadinhos
- 2 colheres (sopa) salsinha bem picadinha
- 2 talos de salsão cortados bem fininhos
- 2 colheres (sopa) vinagre
- 3 colheres (sopa) azeite
- sal a gosto

Modo de Preparo:
Cozinhe o feijão com sal, a folha de louro e o tempero em pó por cerca de 20 – 25 minutos, na panela de pressão. Ele precisa ficar macio, sem desmanchar. Escorra toda a água e deixe esfriar bem. Misture todos os demais ingredientes e, se necessário acerte o sal. Eu não uso pimentão verde, pois acho indigesto. O salsão dá uma crocância deliciosa à salada! ;)

Esta salada pode ser feita na véspera; é só deixar na geladeira para o tempero pegar bem. A proporção de vinagre e azeite, fica a critério de cada pessoa. Mas não é necessário criar caldo, use apenas o suficiente para umidificar todos os ingredientes.

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Pode servir numa travessa grande ou em tacinhas individuais!

Receita publicada originalmente no Blog em 24/04/2009

Sugestão de leitura:


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Creme de Papaya Light com Cassis

29th outubro, 2015 by Danny Mou

Sobremesa fácil, levíssima e deliciosa! :D

Porção individual:
- 1/2 mamão papaya picado
- 1 copo pequeno de yogurte desnatado bem gelado (consistência firme)
- 1 colher (sopa) licor de Cassis => opcional

Porção individual:
Bater o papaya e o yogurte no liquidificador, até ficar bem cremoso. Coloque numa tacinha e despeje a colher de licor delicadamente por cima. Se quiser, pode enfeitar com 1 cereja em calda.

Dica: esta sobremesa deve ser feita na hora, pois o mamão pode amargar. ;)

Receita publicada originalmente no Blog em 02/04/2009

Mais informação sobre Mamão:

O mamoeiro é uma fruteira tipicamente tropical, antiquíssima, originária do noroeste da América do sul. Foi introduzida no Brasil, na costa brasileira pelos portugueses no final do século XVI. Em pouco tempo se espalhou por todo território nacional.
O mamão é uma fruta pouco energética (40 calorias 100g) devido ao seu elevado teor de água (90%). É rico em vitamina C, ácido fólico, betacaroteno, potássio e fibras, principalmente pectina. No mamão também é encontrada a papaína, uma enzima proteolítica com capacidade de fazer uma “pré-digestão” das proteínas. Age de maneira semelhante a pepsina, enzima produzida pelo ser humano, responsável pela digestão das proteínas da dieta.

A papaína, enzima extraída do mamão, tem os mais variados usos na indústria têxteis, farmacêuticas, de alimentos e de cosméticos. O leite que sai das frutas quase maduras pode ser usado para amaciar as carnes mais duras e as deixam também mais saborosas.

Quando verde, o mamão deve ser guardado em lugar fresco, embrulhado em um jornal. Nunca devemos riscá-lo com faca ou outro objeto, porque o líquido extraído contém substâncias nutritivas que ajudam a melhorar seu sabor.

É um alimento rico em minerais, Potássio, Fósforo, Cálcio, Ferro e Sódio, além de conter Vitamina C, Vitaminas do Complexo B e Beta-caroteno (provitamina A). Apresenta, ainda, papaína, enzima natural que ajuda na digestão das proteínas.

O mamão tem propriedades laxativas, calmantes, além de ser purificador do sangue. Suas sementes têm ação contra vermes e seu grande conteúdo em Beta-caroteno o torna um poderoso antioxidante.

100 gramas de mamão papaya fornecem 36 calorias.

O mamão bom para o consumo não deve ter rachaduras, partes escuras ou machucadas, nem picada de inseto. A casca deve ser firme. Quando verde deve ser deixado em local fresco e arejado para terminar o amadurecimento. Fonte: Hortifruti

Sugestão de leitura:


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