Arquivo da Seção 'Janeiro à Abril 2009'

Neutrogena Rapid Clear

30th abril, 2009 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 30/04/09

Há uns 2 anos, eu ganhei um sachê de amostra do Neutrogena Rapid Clear, fabricado pela Johnson e Johnson. Achei a proposta do produto bem legal e resolvi experimentá-lo. Gostei tanto do resultado, que me tornei consumidora fiel! :)

Anti-cravos, esfoliante do uso diário
Ajuda a eliminar cravos e prevenir a formação de novos.

Eu uso no queixo, ao redor dos lábios e no nariz. Eventualmente, na testa também. A pele fica lisinha, pronta para ser hidratada.

O Rapid Clear é excelente para prevenir aqueles cravinhos minúsculos, que às vezes aparecem ao redor dos lábios.

E o melhor de tudo: o preço é extremamente acessível e o frasco dura bastante, pois é usado somente no rosto! :D

Sugestão de leitura:

Livro Dieta dos Pontos

30th abril, 2009 by Danny Mou

>> Diário Pessoal,30/04/09

Em vez de restringir alimentos calóricos, contar ponto a ponto cada item consumido durante o dia. É essa a premissa da Dieta dos Pontos, criada há cerca de 30 anos pelo endocrinologista Alfredo Halpern, chefe do grupo de obesidade do Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo). O Sistema de Pontos é uma filosofia, não uma dieta. (…)

Na verdade, de 70% a 80% da clientela de um endocrinologista é constituída por gente que quer emagrecer. (…)

Não se trata de nenhuma novidade porque quem inventou os pontos foi Deus quando criou as calorias. Cada ponto vale 3,6 calorias. No Sistema de Pontos, a pessoa pode comer de tudo, mas precisa ir anotando o que comeu para controlar o número de pontos ingeridos num dia e que não pode ultrapassar uma quantidade previamente calculada de acordo com seu peso, idade, sexo e atividade física. Não adianta nada a pessoa conhecer a tabela de pontos se não houver certa interação com uma nova filosofia que pressupõe conhecimento do processo e determinação. Hoje vou comer feijoada, mas amanhã farei refeições menores para compensar. Nas dietas tradicionais o que acontecia? O sujeito quebrava o regime e comia feijoada. Pronto! Achava que tinha estragado tudo e desistia da dieta. No Sistema de Pontos, feijoada não é um prato proibido desde que no dia seguinte a pessoa consiga compensar a extravagância ingerindo menos calorias.

Comecei a ler o livro Dieta dos Pontos esta semana.
Depois, eu comento aqui! ;)

Sugestão de leitura:

Eu uso Croc

29th abril, 2009 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 29/04/09

Eu me rendi à moda dos Crocs! ;)
Sempre achei esse tipo de sapatinho muito feio…
Minha filha adora e já está no 3º par; mas para criança, fica legal.
Muitas celebridades nacionais e internacionais usam.
Então, um dia eu resolvi experimentar… e achei muito confortável.
Uso, principalmente, naqueles dias em que preciso ficar muito tempo em pé.
É inacreditável, como parece que estou sem sapatos, tamanha leveza do Croc.
Bom, eu não tive coragem de usar as cores “berrantes” e, muito menos, os modelos “estampados”; escolhi o preto básico mesmo. Mas, com direito aos enfeitinhos e tudo! ;)
Vocês viram a minha borboletinha, que mimo? hehehe
Continuo achando o Croc feinho, mas ele é confortável demais, então eu uso numa boa.

Sugestão de leitura:

Três novos Depoimentos no Blog

29th abril, 2009 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 29/04/09

Vale a pena ler e se emocionar, com os depoimentos de gastroplastizados! :)

Tati Brenner:
http://byebyegordura.com.br/?p=1580

Tiane Brites:
http://byebyegordura.com.br/?p=1556

Camila Santiago:
http://byebyegordura.com.br/?p=1561

Você também pode compartilhar sua história aqui no Blog Bye Bye Gordura!

CLIQUE AQUI PARA VISUALIZAR O FORMULÁRIO

Sugestão de leitura:

Desafio Activia – parte 2

28th abril, 2009 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 28/04/09

Conforme comentei há 2 semanas, participei do Desafio Activia e agora quero compartilhar os resultados aqui no Blog! ;)

Experimentei o yogurte para beber e em polpa, nos sabores: morango e ameixa. Adorei os dois. A polpa fica ainda mais gostosa, acrescentando granola light.

Pretendo experimentar o sabor cereja, que deve ser bem gostoso também.

O yogurte natural também é ótimo. Como não curto muito tomá-lo puro, usei em algumas receitas e o resultado foi excelente.

- Sobremesa de Papaya com Cassis
- Tortinha com Massa de Arroz e Yogurte

Também usei batido com fruta + adoçante e ficou show!

Já o leite fermentado… não gostei! Ele é muito grosso, diferente das outras marcas, e o sabor é muito forte; não me agradou nem um pouco! :|

Logo no 2º dia, já notei uma melhora no funcionamento intestinal. Tomando com regularidade, os produtos Activia ajudam mesmo quem sofre com intestino preguiçoso. Comigo isso só acontece quando eu como quantidade menor de fibras e/ou tomo pouca água.

Acredito que o resultado do Desafio foi positivo! :D
Gostei de ter participado, pois antes, eu não era uma consumidora fiel. Agora que provei e aprovei, posso incluir na minha lista de compras. Apesar de ter testado os produtos normais, minha prioridade é mesmo para a linha 0% de gordura.

Sugestão de leitura:

Lançamento do livro: Gastroplastia e a reconstrução da identidade

28th abril, 2009 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 28/04/09

Recebi o convite para lançamento do livro “Gastroplastia e a reconstrução da identidade” de autoria do Professor Rogério José de Almeida (UnB) – Cânone Editora.

O tema parece ser bem interessante. Gostaría de prestigiar, mas é muito longe para mim! ;)

De qualquer maneira, deixo aqui o convite; pois o pessoal da região pode comparecer.

Data: 30 de abril de 2009
Local: 2ª Bienal de Livros de Goiás (Centro de Conveções de Goiânia)

Sugestão de leitura:

Macarrão Integral com Legumes – 6ª receita testada e aprovada!

27th abril, 2009 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 27/04/09

Fazia um tempinho que eu não testava nenhuma receita, não é mesmo? ;)
Bom, agora retomei a nossa brincadeira culinária! :)

A Karina me enviou essa deliciosa receita de Macarrão Integral com Legumes, que eu estava ansiosa para experimentar, só não havia surgido ainda uma oportunidade!

“É rápida, fácil, bem nutritiva e dá para trocar a carne de frango por frutos do mar ou carne vermelha”, como ela escreveu.

Eu não coloquei frango, nem carne vermelha; fiz apenas com os legumes. Aliás, o refogado de legumes fica tão saboroso, que pode ser servido sem o macarrão, como acompanhamento.

Macarrão Integral com Legumes

300g de macarrão integral cozido “al dente”
200g de carne ou frango em cubos => não coloquei
1 cebola picada em tiras
2 dentes de alho picadinhos
1/2 cenoura ralada
1/2 abobrinha com casca ralada
1 pedaço de abóbora ralada => usei 1 talo de salsão picado
1 pedaço de repolho picado em tiras finas => usei repolho roxo
10 folhas de rúcula
shoyo light => usei shoyo normal
5 azeitonas verdes em fatias => acrescentei

Refogue a cebola e o alho, até dourar levemente. Vá acrescentando os legumes com um pouco de shoyo e mexendo. Os legumes devem ficar “al dente”. Deixe a rúcula por último, apenas para murchar.
Despeje os legumes sobre o macarrão já escorrido. Como o shoyo já é salgado, não precisa colocar sal.

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Se você também tem uma receita de sucesso, pode me enviar. Nas próximas semanas, estarei testando outras receitas! 8)

Sugestão de leitura:

Apoio psicológico faz muita falta!

25th abril, 2009 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 24/04/09

Logo no 2º mês pós gastroplastia, comecei a participar das reuniões do Grupo de Apoio Psicológico com a Dra. Aída. O grupo reunia-se uma vez ao mês, no próprio Instituto Garrido. Lá, tive a oportunidade de fazer amizades incríveis – que me acompanham até hoje! :D – além de trocar experiências com outros operados há mais tempo.

Acabamos formando um grupinho bem unido, de pessoas operadas mais ou menos na mesma época e que nunca faltavam nas reuniões. Foi muito bom ir acompanhando o emagrecimento de cada um.

Cada pessoa tinha a oportunidade de relatar alguma vitória ou dificuldade, assim os demais participantes usavam os relatos para aprender (terapia de espelho) ou acrescentar informações, caso tivesse passando por situação semelhante.

Fui participante assídua por mais de dois anos e, tenho certeza absoluta, que isso colaborou com meu excelente resultado, pois era muito estimulante ajudar aos recém operados, ao mesmo tempo em que a troca de experiências eneiquecia à todos, podíamos comemorar nossas conquistas juntos.

Um dia, percebeu-se que a recepção do Instituto estava pequena demais para abrigar tantos participantes e o grupo passou a reunir-se num salão dentro do Hospital da Beneficência Portuguesa. Para ser completamente sincera, ali perdeu-se alguma coisa… não sei ao certo, mas o clima gostoso de união e cumplicidade que sentíamos antes, não se fazia presente naquele local.

Algum tempo depois – nem sei ao certo o motivo exato – foi necessário encontrar um novo local; desta vez, passamos a nos reunir no anfiteatro do Hospital Santa Rita. Eu achava a localização boa, mas o que atrapalhou muito, foi o formato de auditório. Antes, todos sentavam formando um círculo; assim era possível visualizar quem falava e quem comentava. No anfiteatro, o operado precisava ficar na frente para comentar, como se estivesse num “palco”; o que intimidava alguns. Outra ponto negativo, era o fato de não mais enxergarmos quem comentava.

Acredito que todas essas mudanças fizeram diferença, pois aos poucos o grupinho unido foi se dispersando e, apesar da divulgação e muitos convites, poucos participantes compareciam.

O tempo passou e eu me tornei participante mais esporádica, devido algumas mudanças na rotina da minha família, mas fazia questão de ir, pelo menos a cada 3 meses. Passei a levar minha filha junto comigo – a “mascotinha da gastroplastia”! :)
Sempre acreditei que meu depoimento era importante e servia para incentivar os novatos. Além disso, como já era operada há alguns anos, tinha bastante experiências para relatar e contribuir. E rever algumas pessoas queridas, também era uma delícia!

Eu compareci na reunião de outubro passado, em novembro a reunião foi cancelada e a última, ocorreu em dezembro/08. Infelizmente, neste ano de 2009, o grupo não se reuniu mais…

Eu confesso que sinto muita falta! Sempre achei o apoio psicológico fundamental, tanto para os recém operados, como para àqueles com mais tempo de gastroplastia; de maneiras diferenciadas, é claro, mas igualmente importantes.

A Dra. Aída é uma pessoa maravilhosa e muito experiente no atendimento de obesos e gastroplastizados. Quem a conhecer, tenho certeza que vai concordar comigo!

Fico muito feliz…
- em ter contribuído durante alguns anos, para enriquecer as reuniões;
- por ter conhecido a Dra. Aída e considerá-la uma amiga;
- por ter feito amizades tão especiais, que ultrapassaram os limites das reuniões e se mantém até hoje.

Pena que acabou!
Mas, ainda tenho a esperança que seja temporário e o grupo de apoio psicológico volte a se reunir em breve.

Abaixo, vou reproduzir partes de um texto excelente – diria até que “leitura obrigatória” para todos os que fizeram redução de estômago – retirado do site do Instituto Garrido:

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Porque o Paciente obeso é encaminhado para avaliação psicológica, antes da cirurgia?

A Obesidade, longe de ser uma “fraqueza de caráter” é uma doença que afeta a pessoa nos seus aspectos físico, psíquico e social. É considerada uma condição clínica multi-determinada, na qual se associam diversas causas, no processo do seu desenvolvimento. Dentre estas causas, com muita freqüência, apresentam-se os fatores psicológicos ou emocionais.

Em se tratando de pacientes obesos mórbidos, podemos afirmar que a maioria dos que chegam à Cirurgia Bariátrica traz alterações emocionais. Essas dificuldades de natureza psicológica podem estar presentes entre os fatores determinantes da obesidade exógena (reativa), ou entre as conseqüências, na obesidade endógena ou de desenvolvimento em que a pessoa apresenta excesso de peso desde o começo da vida e tende a vivenciar e a confundir os mais variados desejos com necessidade de alimento. Seu emocional é abalado pelas dificuldades, limitações e sofrimento por ser obeso.

Sendo assim, como comprovam vários estudos realizados, a avaliação e o trabalho psicológico pré e pós-operatório são de fundamental importância. Muitos pacientes resistem ao atendimento psicológico na etapa pré-cirúrgica, alegando não ter necessidade, pois já estão decididos: querem submeter-se à cirurgia da obesidade. O atendimento psicológico não visa a convencer ninguém a fazer a gastroplastia e sim preparar essa pessoa, para que possa passar pelo processo cirúrgico e, conseqüentemente, de emagrecimento, de forma saudável e tranqüila. Outra grande preocupação do paciente em relação à avaliação psicológica é o temor de ser “barrado” ou impedido pelo psicólogo da realização de seu grande desejo: submeter-se à cirurgia. Na verdade, não é esse o papel que nos cabe. Nosso objetivo é preparar adequadamente o paciente, pelo tempo que ele necessitar se preciso for. Em caso de distúrbios psiquiátricos, solicitamos acompanhamento do psiquiatra para complementar o trabalho.

Assim, o contato com o psicólogo se faz importante para a orientação, informação e apoio desse paciente na sua preparação para a cirurgia. O período imediatamente após a cirurgia é relatado pelos operados como sendo um dos mais difíceis. É a fase de recuperação do ato cirúrgico, de maior desconforto e de adaptação à dieta líquida. Junta-se a tudo isso a expectativa, a ansiedade e a insegurança: “Será que deu mesmo tudo certo?”.

Vencido o 1º período (da ingestão apenas de líquidos), a adaptação ao alimento sólido é a outra etapa.

Neste período pós-cirúrgico, o acompanhamento psicológico é voltado geralmente para a adaptação aos novos hábitos. É, sem dúvida, esse tipo de questionamento que nos traz o paciente em suas consultas. Após o 3º ou 4º mês de cirurgia, o paciente entra em nova fase: a da “lua de mel” com a cirurgia. O emagrecimento começa a ser notado por todos, os elogios tornam-se constantes, as roupas estão cada vez mais largas, há aumento da disposição e do bem estar e o paciente passa a ter maiores cuidados com sua aparência, investindo mais em si mesmo. Após 6 ou 8 meses, a perda de peso está em torno de 30 %. Tudo é novidade! Neste momento, o paciente operado não sente a menor necessidade de uma psicoterapia. É nesse período que muitos desaparecem dos consultórios dos psicólogos (e muitas vezes dos retornos médicos!). Sentem-se tão bem, como nunca estiveram na vida: auto-suficientes, mais seguros e com a auto-estima elevada, bonitos e muitas vezes eufóricos. Contudo nesse momento a psicoterapia volta-se para a nova imagem corporal e para as repercussões que ocorrerão a partir daí na personalidade do indivíduo.

O corpo que o paciente obeso “não via”, não entrava em contato, passa a ser alvo de observações e elogios. Algumas dificuldades emocionais que estavam encobertas pela “capa de gordura” tendem a surgir. Conflitos básicos emergem e, se não forem tratados, podem fazer com que o paciente lance mão de “boicotes” ao emagrecimento como forma de evitar sofrimento. Passa, por exemplo, a ingerir grandes quantidades (divididas em pequenas porções) de alimentos pastosos com alto teor calórico, dificultando sua perda de peso ou mesmo recuperando alguns quilos. Nesta fase, grandes mudanças estão ocorrendo e uma multiplicidade de opções se abre à frente da pessoa emagrecida e isso requer nova aprendizagem social. Assumir responsabilidades das quais era poupado por falta de condições físicas e pelas limitações que a obesidade impunha, agora colocam a pessoa diante de situações nunca vividas ou vividas há muito tempo. A obesidade, de uma certa forma, protegia. Em torno de um ano após a cirurgia, o peso do paciente operado se estabiliza. Tudo aquilo que era novidade passou a fazer parte da rotina de vida. Algumas vezes a depressão se instala. O objetivo foi alcançado: “Deixei de ser obesa, mas apesar de magra, continuo sozinha, tenho problemas no trabalho, nos relacionamentos…”.

Estudos realizados mostram que deixar de ser obeso implicará em mudanças na maneira de agir e na vida como um todo. E, ao reorganizar-se e estruturar-se novamente, freqüentemente a pessoa emagrecida necessita de ajuda.

O trabalho psicológico pode auxiliar o paciente a conhecer e a compreender melhor a si mesmo, a aderir de forma mais eficiente ao tratamento, envolvendo-o e tornando-o responsável pela vivência de criação de uma nova identidade e estimulando a sua participação efetiva no processo de emagrecimento. A cirurgia é apenas o começo.

Psicólogos do Instituto:
Aída Regina Marcondes Franques
Pedro Belarmino Garrido

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