Arquivo da Seção 'Artigos'

Esteatose Hepática: você sabe o que é?

29th julho, 2010 by Danny Mou

Esteatose hepática é o termo utilizado para definir o acúmulo de gordura no fígado, o conhecido “fígado gorduroso”.
Ela é dividida em dois tipos: a esteatose hepática alcoólica, causada pelo excessivo consumo de álcool, e a esteatose hepática não-alcoólica.

Nesta matéria vamos tratar da esteatose hepática não-alcoólica.

Nosso fígado contém normalmente uma quantidade de gordura, mas quando presente em mais de 5% dos hepatócitos (células fígado), é caracterizada a doença.

O número dos diagnósticos de esteatose hepática tem aumentado bastante devido a grande evolução dos métodos de imagem e também ao aumento da prevalência de obesidade.

Hoje em dia sabe-se que na maioria dos casos, o acúmulo de gordura no fígado está relacionado a um distúrbio metabólico chamado resistência à insulina, comum em obesos, diabéticos e portadores de síndrome metabólica.

Geralmente a pessoa com esteatose não apresenta sintoma algum e descobrem por acaso, ao investigarem desconfortos gastro-intestinais.

O principal tratamento para o problema é controle de peso e/ou prática de atividade física regular e dieta alimentar, onde o consumo de alimentos ricos em gordura deve ser evitado, principalmente gordura saturada e trans.

O mais indicado quando se descobre a presença de gordura no fígado é consultar uma nutricionista de forma presencial, ela poderá elaborar um plano alimentar individualizado, de acordo com as suas necessidades.

Mas de maneira geral, podemos pontuar alguns hábitos alimentares que são importantes para diminuir a gordura no fígado:

# Substitua o leite integral e queijos amarelos por leite desnatado e queijos magros, como: cottage, ricota.

# Evite consumir doces muito elaborados e gordurosos, como: sonho, bolos com cobertura.

# Não consuma carnes gordas como picanha, costela. Prefira os cortes magros (filé mignon, alcatra) e as carnes brancas como frango e peixe e consuma-os grelhados, cozidos ou assados. E sempre retire a pele do frango.

# Consuma diariamente frutas, verduras e legumes. Por serem excelente fonte de fibras, esses alimentos podem diminuir a absorção de gorduras.

# Dê preferência a pães, massas e cereais integrais.

Por: Camila Rebouças de Castro – Nutricionista – Cyber Diet

Sugestão de leitura:

Saiba mais sobre as vitaminas do complexo B

27th julho, 2010 by Danny Mou

O complexo B é composto por uma série de vitaminas hidrosolúveis. Inicialmente pensava-se que todas eram uma só, mas pesquisas revelaram que elas são quimicamente diferentes e possuem funções específicas, apesar de muitas vezes estarem presentes nos mesmos alimentos.

No total, oficialmente, são 8 vitaminas B, apesar de algumas substâncias também serem conhecidas pela denominação, como adenina (B4) e ácido pangâmico (B15). Essas outras substâncias que se enquadram na categoria não são consideradas essenciais à vida humana, por isso cientistas não a classificam como vitaminas.

As vitaminas B estão intimamente ligadas ao processo metabólico celular, além de ter influência sobre a quebra de carboidratos em glicose, decomposição das gorduras e proteínas, o tônus muscular sistema digestivo, saúde da pele, cabelo, olhos, boca e fígado.

Vitamina B1

Com o nome químico de tiamina, essa vitamina é essencial para a produção de ácido clorídrico, formação do sangue e metabolismo dos carboidratos. É importante para o sistema nervoso, músculos e coração. O transporte da tiamina no organismo fica prejudicada pela ingestão de álcool. Os sintomas da deficiência da vitamina são fadiga, depressão, anorexia, problemas gastrointestinais e cardíacos. A falta de vitamina B1 pode causa beribéri, que consiste em fraqueza muscular e dificuldade de respirar.

Ela está presente em alimentos como ervilha, feijão, pão integral, arroz integral, cereais, noz, fígado, gema de ovo e leite.

Vitamina B2

Também chamada de riboflavina, essa vitamina participa do processo metabólico de proteínas, carboidratos e gorduras. Ela está, ainda, envolvida nos processos de manutenção da pele.

A deficiência da vitamina causa feridas nos cantos da boca e nariz, estomatite, coceira e ardência dos olhos, inflamações das gengivas, língua arroxeada, pele seca, depressão, catarata, letargia e histeria.

Ela pode ser encontrada em quase todos os alimentos de origem animal e vegetal, mas está mais presente em carnes vermelhas e brancas, fígado, leite, queijos e ovos.

Vitamina B3

Com nome químico niancina, essa vitamina é fundamental ao metabolismo energético, reduz o colesterol, remove substâncias tóxicas, colabora na produção hormonal e melhora a circulação.

Uma dieta pobre em vitamina B3 pode causar sintomas como fadiga, irritabilidade, insônia, dor de cabeça, depressão nervosa, diarréia e dermatite.

Está presente em carnes vermelhas e brancas, fígado, ovos e gérmen de trigo.

Vitamina B5

É o ácido pantogênico. Ele ajuda a controlar a capacidade de resposta corporal ao stress e no metabolismo de proteínas, gorduras e açúcares. Atua na produção hormonal e de anticorpos.

Os sintômas advindos da falta de vitamina B5 são fadiga, má produção de anticorpos, cãimbras, dores e cólicas abdominais, insônia, mal-estar e fraqueza de unhas e cabelo.

Pode ser consumida em carnes vermelhas, fígado, rins, gérmen de trigo, brócolis, cogumelos cozidos, milho, abacate, batata e tomate.

Vitamina B6

Conhecida pelo nome de piridoxina, favorece a respiração celular e ajuda no metabolismo de proteínas, gorduras e triptofano. É absorvida no intestino delgado e, diferentemente das outras do complexo, não é totalmente excretada pelos rins, ficando retida nos músculos. A falta dela causa dermatite, anemia, gengivite, feridas na boca e na língua, náusea e nervosismo.

Pode ser encontrada em carnes vermelhas, fígado, leite e ovos, vegetais verdes, banana e gérmen de trigo.

Vitamina B7

Também chamada biotina, ela influencia no crescimento celular, produção de ácidos graxos, metabolismo de carboidrato, gordura e proteína. Tem como principal função neutralizar o nível de colesterol no sangue. A deficiência dela pode causar furúnculos, seborréia e outras lesões de pele.

Está presente em carnes vermelhas, gema de ovo e cereais.

Vitamina B9

É o famoso ácido fólico, necessário para a formação de proteínas estruturais e hemoglobina. O baixo consumo de vitamina B9 pode causar anemias, anorexia, apatia, distúrbios digestivos, cansaço, dores de cabeça, problemas de crescimento, insônia, dificuldade de memorização e fraqueza.

Encontra-se em víceras animais, vegetais folhosos, legumes, milho e amendoim.

Vitamina B12

De nome químico cobalamina, desempenha papel na formação das hemácias, síntese da mielina, divisão das células, manutenção da fertilidade e proteção das fibras nervosas do organismo. A síntese da vitamina B12 é realizada por bactérias e leveduras. Os seres humanos não conseguem fabricá-la, mas a armazena nas células, especialmente no fígado.

Sua deficiência está ligada a transtornos nervosos, anemia, fraqueza e convulsões.

Alimentos de origem animal contém essa vitamina: carnes vermelhas e brancas, além de ovos e leite. Fonte: Linea Blog

Sugestão de leitura:

Dicas de moda para deixar as gordinhas bem vestidas

22nd julho, 2010 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 22/07/10

O Jornal Hoje exibiu ontem, uma matéria com dicas de moda para as gordinhas.
O vídeo está disponível no site do programa: Veja Aqui!

“O consultor em moda, Reginaldo Fonseca, explica o que cai bem e as roupas mais indicadas para quem veste manequim acima de 46. Os tecidos mais grossos podem disfarçar a gordura localizada.”

Sugestão de leitura:

Cama-balança confirma: perdemos quase 1 kg enquanto dormimos

8th julho, 2010 by Danny Mou

Pesquisa revela que quem dorme menos, engorda mais. E outra boa notícia: o exercício físico à noite, ao contrário do que se pensava, não atrapalha o sono de quem dorme bem.

Dias curtos demais e noites que custam a passar: a assistente social Ana Dias e o porteiro noturno Antônio Marcos Barbosa conhecem essa sensação.

Bem cedo, Ana já está a caminho do trabalho. Bem tarde, Antônio, porteiro de um prédio em São Paulo, também se prepara para o início da jornada.

Nos últimos anos, Ana viveu a agonia das noites sem dormir. “Ou eu demorava muito para dormir e dormia e acordava cedo. Ou eu dormia cedo, acordava de madrugada e não conseguia dormir mais”, afirma a assistente social.

Antônio bem que gostaria de ter insônia para enfrentar as longas noites em claro. Há 15 anos, ele luta contra o sono no trabalho solitário de porteiro noturno. “Não é fácil trocar o dia pela noite”, diz o porteiro.

Mesmo com problemas diferentes, Ana e Antonio são vítimas das noites mal dormidas e também têm algo mais em comum. Os dois contam que engordaram por conta dos problemas com o sono.

“Antes de eu trabalhar à noite, meu peso era cerca de 60 kg. Depois, chegou a 91 kg”, revela o porteiro. “Engordei quase dez quilos. E a insônia veio junto”, declara a assistente social.

E não é coincidência. Em São Paulo, uma das maiores pesquisas já feitas no mundo sobre sono e saúde acaba de comprovar que dormir mal faz toda a diferença na balança. Ao todo, 77% dos moradores da maior cidade do país reclamam de noites mal dormidas. E os pesquisadores descobriram que eles estão muito acima do peso.

“A população de São Paulo é obesa. Foi uma coisa que nos surpreendeu: 60% da população de São Paulo está acima do peso. E quando você engorda, você não engorda só para fora. Você engorda para dentro também. O que fecha o nosso canal respiratório e fica mais fácil produzir apneia”, explica Sérgio Tufik, diretor do Instituto do Sono.

Apneia é a interrupção da respiração durante o sono, um problema mais comum do que se imaginava. Atinge um terço dos paulistanos. Apesar de menosprezada pela maioria dos brasileiros, a apneia pode levar a doenças circulatórias, cardíacas e diabetes. Sem dormir, não é só o corpo, mas o dia também fica mais pesado.

Enfrentar o dia na cidade grande exige olhos bem abertos, atenção e disposição. O nosso corpo foi programado exatamente para ficar alerta durante o dia e para descansar durante a noite. O problema é que, quando anoitece, a cidade não para, funciona 24 horas. E este ritmo alucinante mexe com o sono do paulistano. Quem vive em São Paulo está dormindo cada vez menos. Quando a noite vai mal, imagina o esforço do corpo para enfrentar o dia.

Quando o corpo não aguenta mais, o cochilo é inevitável. Não importa o lugar. O doutor Sérgio Tufik estuda o sono dos paulistanos há 30 anos e acredita que as noites mal dormidas têm a ver com o dia a dia na cidade.

O trânsito obriga a sair mais cedo de casa e chegar mais tarde. O stress, o medo: tudo isso anda tirando o sono de muita gente. “O maior inimigo do sono é o medo e o estresse. É o que vem aumentando me parece na cidade de São Paulo”, aponta o diretor do Instituto do Sono.

“Você fica pensando no que aconteceu durante o dia e daquilo que poderia ter feito e não fez. E o que você fez e não fez tão acertado”, declara Ana.

Mas isso já ficou no passado, para a assistente social. Ela venceu a guerra contra a balança. Perdeu oito quilos nos últimos seis meses e também ganhou a luta que travava todas as noites com a insônia.

“O pior é não saber quanto tempo dormiu. Porque, como era entrecortado, eu não sabia se tinha dormido uma ou duas horas. Eu acordava com a sensação de que eu tinha dormido muito pouco”, lembra a assistente.

Vamos ver se ela realmente se livrou da insônia. Nós convidamos Ana para um teste: passar uma noite no Instituto do Sono em São Paulo para ver se ela esta dormindo melhor.

A assistente social vai passar por uma polissonografia, um exame igual ao que 1,1 mil paulistanos fizeram na pesquisa que avaliou a qualidade do sono na cidade.

Todos os sensores ligados na Ana servem para avaliar a qualidade do sono. É um equipamento sofisticado que mede a atividade cerebral. Uma nova pesquisa descobriu que outro aparelho, bem mais comum, também pode dizer muito sobre o sono de uma pessoa. Debaixo da cama tem uma simples balança. Ela é muito sensível e precisa. O objetivo é saber quanto cada um de nós perde de peso durante o sono. Já há fortes indícios de que quem dorme melhor emagrece mais.

Quanto será que Ana vai perder: 100 gramas, 200 gramas, 300 gramas? Estamos todos curiosos. Foi a curiosidade que levou o neurologista Walter Moraes, do Instituto do Sono, a investigar a perda de peso das pessoas em cada fase do sono.

“Ao contrário do que se pensa, o sono é um período em que se gasta bastante energia também. Enquanto, na vigília, a gente realiza movimentos, atividade exterior; durante o sono, a gente realiza uma atividade interna de recuperação dos tecidos”, explica o médico.

Enquanto a gente dorme, o organismo trabalha. É durante uma das fases do sono que os músculos se recuperam do esforço feito durante o dia. Quando entramos no sono mais profundo, o cérebro se exercita para fixar na memória o que aprendemos no dia anterior. E, para isso, o corpo gasta muita energia.

É tanta energia que muitas pessoas que participaram da pesquisa gastavam mais dormindo do que acordadas. “De fato, nossos voluntários permaneceram em repouso absoluto durante o dia na própria cama em que dormiram. Muitos destes voluntários perderam peso mais aceleradamente dormindo do que, por exemplo, quando estavam acordados assistindo TV”, aponta o neurologista Walter Moraes.

É claro que o peso é recuperado durante o dia. Com o tempo, horas a menos de sono podem render muitos quilos a mais. Quando deixamos de dormir, nosso metabolismo fica mais lento, a gente gasta menos energia. E para piorar, sentimos mais fome.

Na manhã seguinte, nós acordamos Ana. Ela quer saber o resultado do exame para descobrir se dormiu bem. O médico informa que ele teve uma boa noite de sono e que, inclusive, perdeu 770 gramas durante a noite.

Mas qual o segredo de Ana? O que ela fez para emagrecer e dormir melhor? Com muito suor, com academia quase todos os dias da semana, ela superou a insônia. E virou um ciclo: ela perdeu peso, passou a dormir melhor e, dormindo melhor, também perde mais peso.

Exercício físico é remédio para insônia? É o que diz o professor educação física Marco Túlio de Mello, do Instituto do Sono, da UNIFESP: “para quem tem uma insônia ou para quem tem um distúrbio de movimento, que não seja muito grave, que não precise de uma intervenção com remédio, o exercício é o primeiro tipo de tratamento, que poderia ser dado, em vez de tomar remédio”.

E outra boa notícia: o exercício físico à noite, ao contrário do que se pensava, não atrapalha o sono de quem dorme bem.

Às 20h30, o dia do advogado Cesar Peduti Filho não acabou. É hora de ele se preparar para lutar contra o stress. Ele garante que, depois de uma aula de muay thai, já sai da academia sonhando com uma boa noite de sono. E, quando não vai, percebe a diferença. “Eu sinto o cansaço do dia, porém não sinto aquele cansaço físico que dá vontade de cair na cama e dormir”, afirma o rapaz.

Sempre se acreditou que a malhação à noite era inimiga do sono porque o exercício aquece o corpo. “Esta curva da temperatura até o momento que ele for dormir, ela já voltou ao normal. Neste tempo que demora de ele terminar o exercício até ir dormir, esta curva já se desfez. E ele já pode dormir tranquilamente”, explica o professor educação física Marco Túlio de Mello, do Instituto do Sono.

“Nos dias em que eu faço muay thai, eu saio daqui não vendo a hora de ver minha cama”, declara o advogado.

Os sinais das noites mal dormidas não demoram a aparecer. No dia seguinte, a pessoa já fica de mau humor. Com dois ou três dias seguidos de pouco sono, o cérebro dá o alerta: surgem os problemas de memória, o esquecimento. Depois de algumas semanas, a pessoa passa a ficar resfriada com facilidade, o corpo dá sinais de fraqueza. A falta de sono já começa a por a saúde em risco.

Imagina os efeitos de anos de noites em claro? Desde que virou porteiro noturno, Antonio percebeu que a resistência do corpo dele não é mais a mesma. “Eu tenho resfriado todos os meses. Depois que eu trabalhei à noite, sempre eu tenho isso”, conta.

A falta de sono diminui as defesas do nosso corpo. A ciência comprovou que, nas noites mal dormidas, o organismo não produz anticorpos suficientes. E se estamos tão frágeis, nem mesmo as vacinas têm efeito.

“Para a vacina pegar, o sujeito tem que ter bem dormido a noite anterior e a noite posterior de ter tomado a vacina. Em um apnéico não pega. E veja que a quantidade de apneia nos idosos é enorme”, aponta Sérgio Tufik, diretor do Instituto do Sono.

Ana está protegida, com a vacina e com boas noites de sono. “Sem contar que é muito bom dormir bem a noite toda”, diz a assistente social. E ela revela que agora está disposta para enfrentar o dia de trabalho.

Fonte: Globo Repórter

Sugestão de leitura:

No inverno, drible a má vontade de comer aquele prato de salada

6th julho, 2010 by Danny Mou

Não deixe o frio afastar os verdes do seu cardápio e fazer a dieta desandar

Nos dias frios, tudo o que queremos é nos proteger e aconchegar: roupas quentinhas, mais calor humano e comidinhas que aquecem. Entretanto, em relação à alimentação, a tendência é acabarmos engordando, pois temos mais vontade de consumir comidas gordurosas e calóricas, ou seja, que dão mais energia ao nosso organismo e nos esquentam mais.

Só que no meio dessa história, as saladas, parte fundamental de um cardápio saudável, acabam sendo deixadas de lado por muitas pessoas. Afinal, encarar um prato de refrescantes folhas frescas não é muito animador nas baixas temperaturas. Daí o dilema, já que não dá para abolir essa turma do cardápio. “A salada é importante porque complementa as refeições de uma forma saudável. As folhas e vegetais são muito importantes na alimentação e na dieta, porque são alimentos ricos em fibras e elas contribuem para o bom funcionamento do intestino, ajudando na digestão e na absorção do colesterol e da glicose”, de acordo com a nutricionista do programa Dieta e Saúde, Roberta Stella.

Ou seja, suas refeições não podem ficar sem as folhas e as leguminosas que, além de saudáveis, trarão uma maior sensação de saciedade, evitando que você exagere nos pratos principais. E, sim, é possível deixar sua salada mais apetitosa no frio, entretanto, isso exige cuidados para que ela não se torne uma bomba calórica. “As verduras e legumes são fontes de vitaminas e sais minerais que ajudam nas funções do nosso organismo, proporcionando melhorias à saúde, inclusive no combate de doenças”, diz Roberta.

Salada esperta

Para deixar sua salada mais “confortável”, vale apostar em boas substituições. Os grãos cozidos, como soja, grão-de-bico e o feijão branco rendem saladas deliciosas e turbinadas com proteínas e fibras. “As fibras exercem importante papel para regular os níveis de glicose no sangue, pois retardam a sua absorção. Essa redução na velocidade de absorção da glicose previne o diabetes e controla a doença, pois evitam que os níveis de glicose subam demais”, diz Roberta Stella. Esses grãos podem ser cozidos e temperados a sua escolha, com azeite, vinagre, cebola e cebolinha, por exemplo.

Na panela

Os vegetais cozidos são também uma ótima alternativa às folhas cruas. O brócolis é rico em vitaminas C, nos minerais cálcio e ferro, folato (que previne anemias) e antioxidantes bioflavonoides, que protegem contra o desenvolvimento de tumores. Entretanto, a vitamina C pode ser perdida quando cozinhamos os vegetais. “A melhor forma de cozinhar um vegetal rico em vitamina C é a vapor, pois como essa vitamina é fotossensível, ou seja, não suporta grandes temperaturas, o cozimento acaba destruindo suas propriedades”, diz Roberta. Já o repolho tem poderes contra o câncer, pois contém antioxidantes bioflavonoides e outras substâncias químicas responsáveis por inibir o crescimento de tumores e proteger as células dos danos causados pelos radicais livres.

Cozinhar este vegetal no vapor preserva a maior parte dos seus nutrientes. Outra dica é evitar cozinhá-lo em uma panela de alumínio para não causar a reação química que descolore o vegetal e altera seu sabor. A berinjela também pode cair muito bem nesse friozinho. Ela é bem versátil, podendo ser cozida, grelhada, assada ou ensopada. O gosto amargo pode ser eliminado ao salgar a berinjela antes de cozinhá-la. Dentre os vários fitoquímicos, a antocianina – pigmento responsável pela coloração preta, vermelha, púrpura e azulada, presente na casca da berinjela, é associada à redução de colesterol ruim (LDL), à prevenção de coágulos; do câncer e de infecções do trato urinário. Para deixá-la com cara de salada, vale temperar e servir gelada.

Proteína no prato

Uma dose de proteína animal também pode “animar” sua salada. Entretanto, os famosos ovinhos de codorna, não são a melhor opção para ingerir diariamente, tanto pela quantidade de calorias, quanto pelo colesterol. Na hora de incluir proteína nas saladas, prefira filé de frango grelhado ou kani (um embutido feito à base de carne de siri muito usado na culinária japonesa).

Cuidado com os complementos

Ao procurar por receitas de salada de inverno, muitas vezes encontramos saladas com os famosos pedacinhos de bacon, azeitonas, batata palha e queijos. Se sua intenção é deixar a salada mais apetitosa, mas não cheia de calorias, existem substituições boas para esses itens. O bacon pode ser trocado por tirinhas de filé de frango. A azeitona, que geralmente tem muito sódio, pode ser trocada pelo azeite. A batata palha, escolha de quem quer deixar o prato mais crocante, pode ser substituída pelos croutons, em pequena quantidade e de preferência integrais. Em relação aos queijos, é bom evitar os amarelos, que contêm mais gordura. Em relação aos molhos vale o cuidado. “Molhos à base de maionese são ricos em calorias. Se a intenção é montar uma salada magra, prefira azeite e ervas in natura para temperar”, explica Roberta. Fonte: Portal Minha Vida

Sugestão de leitura:

Globo Repórter investiga relação entre sono e saúde

1st julho, 2010 by Danny Mou

Nesta sexta-feira (02/07), você vai ver exercícios indicados para quem não quer roncar.
E descubra: dormir emagrece?

O Globo Repórter investiga a curiosa relação entre sono e saúde. Quem dorme menos, engorda mais?

Médicos revelam: idosos que dormem pouco perdem mais o equilíbrio e caem mais do que os que dormem melhor. Crianças que estudam à tarde e podem dormir mais têm mesmo um rendimento do que as que estudam de manhã cedo?

Como evitar uma noite do barulho? Você vai ver quais são os exercícios indicados para quem não quer roncar.

Bebês com insônia: veja o que fazer para o seu filho dormir bem.

Fonte: Globo Reporter

Sugestão de leitura:

Pessoas bem-humoradas envelhecem com mais saúde, diz estudo

29th junho, 2010 by Danny Mou

Por outro lado, risadas constantes não são garantia de bom humor

Você é daqueles que quando leva um tombo, logo levanta e dá risada de si mesmo? Se sim, ótimo, você está no caminho certo. Isso porque o bom humor pode manter as pessoas saudáveis e aumentar as chances de uma vida longa, segundo estudo recente da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, que avaliou mais de 53 mil pessoas durante sete anos.

Os pesquisadores descobriram, por meio de alguns testes, que os participantes que eram mais bem humorados tinham redução de até duas vezes nos riscos de morte, comparado àqueles com menor pontuação em bom humor.

Os testes realizados para medir o humor dos participantes foram três e procuraram avaliar a capacidade deles para entender o humor e de pensar de forma humorada. Os especialistas deixaram claro que o bom humor não estaria associado com risadas constantes, pois uma pessoa considerada séria pode ser mais bem-humorada do que as risonhas.

Segundo Sven Svebak, um dos pesquisadores do estudo, o humor está relacionado à forma de pensar e, frequentemente, ocorre em um processo ou em diálogos com os outros, não precisando, necessariamente, ser externalizado.

Esse estudo confirma os resultados de uma pesquisa anterior com pacientes com insuficiência renal crônica, que indicou que os bem-humorados tinham maior sobrevida. Porém, segundo os pesquisadores, o estudo novo amplia uma amostra mais significativa e envolve um grupo de pessoas que se classificam como saudáveis e outro que acredita ter saúde ruim. O efeito do senso de humor positivo foi similar em ambos os casos.

De acordo com os pesquisadores, há razões para se acreditar que o senso de humor continua a ter um efeito positivo sobre a saúde mental e a vida social, mesmo após as pessoas se aposentarem.
Para se manter em “alto astral”

Segundo a psicóloga Maria de Fátima Nogueira, professora da Faculdade de Ciências de São Paulo, o bom humor é importante para manter o corpo e a mente preparados para lidar com o sucesso, os desafios, conflitos e prazeres que a vida proporciona. O estado de ânimo negativo afeta a saúde das pessoas, criando estresse, desarmonia, desequilíbrio e impedindo-as de levar uma vida saudável.

“Para cultivar o bom humor, ninguém precisa recorrer a nada mirabolante.Técnicas simples ajudarão as pessoas a se encontrarem consigo mesmas, com sua essência e despertar, na mente e no corpo, a energia da alma. Procure ter hábitos diários e saudáveis, uma rotina de boa alimentação, sono tranquilo e horas de lazer. Caminhadas, prática esportiva, passeios, ler, cantar e ouvir música são hábitos simples, mas de ótimo resultado. Não se isole, esteja sempre conversando, se relacionando”, recomenda a psicóloga. Fonte: Portal Minha Vida

Sugestão de leitura:

Related Posts with Thumbnails