Arquivo da Seção 'Minhas Entrevistas'

Matéria: Exemplos de Peso

7th novembro, 2008 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 07/11/08

O site Guia da Semana colocou online hoje uma matéria, sobre mulheres que emagreceram e mudaram de hábitos alimentares. Fui convidada a participar da reportagem e colaborei, respondendo várias questões, mas usaram só um pedacinho! ;)

Mas, pelo menos, usaram uma frase minha que acho da maior importância! :D

Exemplos de peso

Eles venceram a luta contra a balança! Confira alguns exemplos de ex-obesos que mudaram o corpo e adquiriram uma nova atitude sobre a comida. Por Nathalya Buracoff

“Já quebrei inúmeras cadeiras plásticas, fiquei entalada na roleta do ônibus e quase fui parar na garagem para serrarem a roleta e me soltarem! Não conseguia abrir a mesinha de refeições do avião, precisava usar extensor para o cinto de segurança”.

Estes foram apenas alguns constrangimentos enfrentados por Beth*, antes de enfrentar o regime de reeducação alimentar que a fez perder 53 quilos. Parece impossível para muitos, mas emagrecer, independente da quantidade de quilos, exige muita força de vontade, determinação, perseverança, disciplina e uma profunda mudança de hábitos.

Se você tem alguns quilinhos (ou muitos) para perder, inspirar-se na história de vida de quem venceu a guerra contra a balança, pode ajudar a redobrar a auto-confiança para persistir na adoção de um novo estilo de vida.

Este é o princípio de alguns grupos, como o Vigilantes do Peso, Peso Ideal e o Meta Real, onde os participantes relatam suas experiências, vitórias e dificuldades contra a obesidade, contando com acompanhamento nutricional e apoio psicológico dos outros participantes.

Na faca

Outro recurso muito utilizado é a operação de gastroplastia, que reduz o volume do estômago. Danny* emagreceu 52 quilos, após fazer a cirurgia e mostra em seu blog alguns detalhes e fotos de sua jornada rumo ao peso ideal.

Segundo ela, a gastroplastia não faz milagre. Após a cirurgia, é fundamental adquirir novos hábitos alimentares e reaprender a comer com qualidade e moderação. “A reeducação alimentar é o segredo do sucesso, então, tive que mudar todos os meus hábitos, que eram péssimos. Com a ajuda da nutricionista, fui aprendendo a comer corretamente e com qualidade. Parei de pular refeições, de trocar as refeições por lanchinhos e passei a comer diariamente frutas, verduras e legumes, evitando doces e frituras. Descobri que é possível comer bem, com sabor e ainda economizar nas calorias“.

Aos poucos

Diva Guerra está nesta busca pela saúde e beleza. Assim como Danny e muitos outros gordinhos, ela relata em sua página na internet as dificuldades para emagrecer. Diva iniciou seu processo de emagrecimento em 2006 e está lutando contra a balança até hoje. “Eu tenho preconceito para comigo mesma porque não me sinto feliz sendo gorda.”, diz Diva. Mas como o processo exige perseverança, ela afirma que a dica para quem quer emagrecer é acreditar e persistir. “Tenho uma frase que sempre medito nela: Sem o esforço da busca é impossível a alegria do encontro”, aconselha.

Para a nutricionista Lara Nataci Cunha, a perda de peso deve ser gradativa, para que não haja perda de massa magra, nem diminuição do metabolismo. Por essa razão, os hábitos do indivíduo devem ser considerados na hora de se elaborar o plano alimentar, para que a pessoa não fique por algum tempo comendo muito pouco e acabe compensando depois.

Cuidado com o espelho

Após perder 68 quilos com uma cirurgia de redução de estômago, Shirley Nunes continuava a se achar gorda. Passado um ano de operação, Shirley passou a sofrer de um problema de distorção de imagem: sua a cabeça não havia emagrecido junto com o corpo. “Me via gorda, mesmo estando magra. Fiz acompanhamento com psicólogo, que me aconselhou a ganhar 10 quilos.”

Shirley aprendeu que para ser feliz, não dependia de ninguém, exceto ela mesma. “Sem lutas não há vitórias. Limitações existem apenas para quem quer. Hoje, me vejo como uma mulher guerreira e vitoriosa! Me orgulho de mim mesma e sou o orgulho da minha família. Me realizei como mãe, mulher, esposa e até profissionalmente.”

Deite no divã

De acordo com a professora da Sociedade Brasileira de Medicina Estética, Maria Mercedes Granja, o emagrecimento é um processo lento, que exige muito mais do que uma dieta. Por isso deve-se buscar uma mudança comportamental profunda, com a ajuda de uma equipe multidisciplinar, de apoio técnico e psicológico, além do engajamento da família, dos amigos e colegas de trabalho.

O acompanhamento psicológico é imprescindível, principalmente de um profissional que atue na área de reeducação alimentar, pois ele saberá como abordar os deslizes comportamentais comuns durante todo o processo. “Não é fácil alterar hábitos de vida, principalmente os de alimentação, que estão presentes a cada instante em nosso cotidiano. O importante é não sucumbir perantes os deslizes e se munir de doses extras de força de vontade. Quem perde 15 ou 30 quilos, ressurge como uma nova pessoa, muito mais confiante e realizada. Essa mudança faz tudo valer a pena.”, conclui a nutróloga.

* Os nomes foram trocados a pedido das entrevistadas.

Fonte: Guia da Semana

Sugestão de leitura:

Entrevista para o portal Minha Vida (UOL)

31st julho, 2008 by Danny Mou

 

Dei uma entrevista para o Portal Minha Vida (UOL), acompanhando uma reportagem sobre Redução Estomacal. A matéria está interessante. Para quem quiser dar uma olhadinha, os links estão abaixo:

=> Minha entrevista: Eu não indico a cirurgia de redução para ninguém”
=> Matéria: Redução estomacal só resolve casos de emergência

 

“Eu não indico a cirurgia de redução para ninguém”
Danny Mou perdeu 59 quilos com a operação,
mas reconhece que ela não faz milagre

A publicitária Danny Mou perdeu mais de 50 quilos com a gastroplastia. Casada há 15 anos, ela fez a cirurgia de Capella com Y de Roux em agosto de 2005, quando tinha 111 quilos. Um ano e oito meses depois, a balança apontava a metade do peso. Criar o site http://www.byebyegordura.com.br foi uma das novidades que entraram para a rotina da Danny após a cirurgia. Veja a seguir como tudo aconteceu:

1) Como foi que você tomou a decisão de fazer a cirurgia?
Estávamos numa pousada na praia para passar o Reveillon.
Então, minha filha, com 3 anos na época, quis muito entrar numa piscina infantil. Mas já era final do dia e meu marido não quis acompanhá-la. Então, eu resolvi entrar com ela na água.

Brincamos bastante, mas na hora de sair, reparei que não tinha escadinha. Tentei sair usando a força dos meus braços, mas não consegui. Era muito peso para eles. Meu marido tentou me puxar e nada!

2) E como sua filha reagiu, vendo a mãe dela presa na água? 
A Alyssa começou a chorar. E eu também fui ficando desesperada. Aí, com muita dificuldade, consegui levantar uma perna e acabei rolando na borda, para fora da piscina. Foi um verdadeiro vexame. Foi uma violência tão forte, que me marcou profundamente. Minha filha não conseguia esquecer esse assunto, sempre falava que “a mamãe não conseguia sair da piscina porque era muito gorda”. Isso me deixava muito envergonhada. Naquela noite, tive a pior crise de enxaqueca da minha vida, foi terrível! Então, tomei uma resolução: eu iria me dedicar a emagrecer de qualquer maneira, com todo o apoio do meu marido!

3) Até o episódio da piscina, seu peso não incomodava?
Mesmo no auge do peso, nunca me enxerguei uma obesa mórbida. Sabia que estava acima do peso, mas tinha a ilusão que se encolhesse a barriga, as outras pessoas não iriam perceber que eu era gorda. E só usava roupas largas, pensando em disfarçar a gordura.

4) E seu marido como reagiu a tudo isso?
Meu marido me apoiou desde o início. Ele me acompanhava em todas as consultas e exames. Meus pais também foram favoráveis a decisão de operar. Mas minha maior incentivadora, sem dúvida, foi minha filha Alyssa.

5) E como as pessoas reagem quando você conta que vai operar?
A maioria tem sempre uma palavra amiga para dizer. Mas sempre tem um sem graça que não conhece nada sobre o assunto e vem com um caso de alguém que operou e engordou tudo novamente. Você precisa de incentivo, isso sim.

6) Desde que decidiu, quanto tempo você demorou a operar?
Resolvi que precisava emagrecer e tomei isso como resolução de ano novo, no dia 31 de dezembro de 2004. Até o dia me que entrei no centro cirúrgico, passaram-se quase 8 meses. São muitas etapas até chegar à cirurgia: a escolha do cirurgião, a decisão da técnica cirúrgica, a avaliação psicológica e uma longa maratona de consultas e exames.

7) Como foi o pós-operatorio?
Meu pós-operatório foi excelente. Não senti dores e, depois de sete dias, nem parecia que tinha passado por uma cirurgia de grande porte. O primeiro mês é o mais difícil, por causa da dieta líquida.

8.) Sua alimentação mudou depois da cirurgia?
Antes, eu comia de maneira completamente errada. Trocava qualquer refeição por bolachas ou lanches. Também comia uma quantidade absurda de doces e guloseimas. Depois da cirurgia, sabia que esse tempo de gulodice estava terminado. Desde o início, segui rigorosamente toda a orientação nutricional da minha equipe médica. Hoje tenho uma alimentação saudável, consumo produtos light, aboli bebida alcoólica, tomo pouquíssimo refrigerante, evito gorduras e frituras e como pouco doce. Faço 6 refeições diárias. Minha sobremesa é uma fruta e não troco meu prato balanceado por um fast-food.

9) Quais são os principais cuidados após a cirurgia?
Seguir a orientação nutricional. Também é necessário acompanhamento médico, exames periódicos e as vitaminas diárias. E considero o apoio psicológico fundamental para o sucesso da cirurgia.

10) As mudanças físicas vieram rápido? 
Foram muitas mudanças e rápidas sim. Com 10 quilos a menos, já nos sentimos bem mais leves. Eu era uma pessoa completamente sedentária e não tinha fôlego nem para andar 2 quarteirões. Hoje, consigo caminhar até 6 km. Tenho fôlego de sobra e muita disposição. É como se tivessem tirado 10 sacos de arroz, com cinco quilos cada, de cima de mim.

11) Como você se sente hoje, o que mais mudou na sua vida?
Eu me sinto muito feliz e realizada. Passei tantos anos enclausurada numa capa de gordura que, praticamente, não vivia. Eu me arrastava. Emagrecer trouxe minha auto-estima de volta. E com ela, voltei a ser a pessoa que eu era, retomei as rédeas da minha vida. Voltei a ser bem-disposta, dinâmica e cheia de garra, para lutar pelos meus ideais. Mas é bom salientar, que emagrecer não faz com que os problemas desapareçam da nossa vida.

12) O que você diria para quem está pensando em fazer cirurgia?
Eu, particularmente, não indico a cirurgia para ninguém. Acho que essa é uma decisão extremamente pessoal. Mas, acho que quem está pensando em operar, deve se informar ao máximo e esclarecer todas as dúvidas antes. Vejo muitas pessoas sendo operadas sem ter a verdadeira noção do que está acontecendo. A gastroplastia é uma ferramenta poderosa que nos auxilia a emagrecer. Mas não faz milagre. Devemos fazer a nossa parte!

Sugestão de leitura:

Cirurgia Bariátrica – entrevista

31st julho, 2008 by Danny Mou

MEU DEPOIMENTO saiu na Revista Universitárius! – O Prazer de Viver (edição Maio 2006). Recebi o convite do Editor Chefe, Guilherme Tarcísio Borges e aceitei colaborar. Não sabia que 1 página inteira seria minha! Fiquei muito contente. Estou sempre pronta para divulgar a Gastroplastia e espero que essa matéria ajude outras pessoas.

 

 

Meu nome é Danny Mou, 37 anos, casada há 14 anos, tenho 1 filha de 4 anos chamada Alyssa e moro em São Paulo. Ao longo de 10 anos, fui engordando, engorgando, até que me tornei uma Obesa Mórbida. Só que eu não me via assim, nunca me aceitei obesa. Ainda tinha a ridícula ilusão que, se eu murchasse a barriga, as pessoas não iam perceber que eu era gorda. E fui vivendo uma vida cheia de limitações, por causa do excesso de peso. Comprar roupas era um horror, pois nada servia. Somente nas lojas de tamanhos especiais é que eu conseguia me vestir, só que o preço é proporcional ao tamanho das roupas! Não tinha fôlego nem para ir até a esquina, vivia cansada, desanimada, sem fazer nada. Parecia que eu não estava vivendo, mas sim, sobrevivendo, me arrastando a cada dia. Mesmo assim, toda vez que eu via minha imagem refletida no espelho, levava um susto… Aquela pessoa obesa não podia ser eu!!!

Acho que eu precisava de um “choque” para despertar. E isso aconteceu exatamente no dia 30/12/04, quando estávamos numa Pousada em Peruíbe-SP, para o Reveillon. A Alyssa (minha filha, com 3 anos na época) quis muito entrar numa piscina infantil, mas já era no final do dia e meu marido não quis acompanhá-la. Então, euzinha aqui, que adoro piscina, resolvi entrar com ela na água. E foi uma delícia! Brincamos bastante, mas na hora de sair, é que eu reparei que não tinha escadinha. Tentei sair usando a força dos meus braços, mas não consegui. Era muito peso para eles! Meu marido tentou me puxar e nada… A Alyssa começou a chorar e eu fui ficando desesperada! Aí, com muita dificuldade e meu marido me ajudando, consegui levantar uma perna e acabei rolando na borda, para fora da piscina. Foi um verdadeiro vexame!!! Graças à Deus, não tinha ninguém para presenciá-lo!!! Um detalhe: se eu não tivesse ficado tão nervosa na hora, teria pedido para ele colocar na água uma daquelas cadeiras de plástico. Aí, eu sairia fácil, subindo na cadeira! Bem, o lance foi tão forte, tão violento, que me marcou profundamente. Acho que marcou a nós três!!! Minha filha não conseguia esquecer esse assunto, sempre falava que “a mamãe não conseguia sair da piscina porquê era muito gorda”. Isso me deixava muito envergonhada…

Naquela noite, tive a pior crise de enxaqueca da minha vida! Foi terrível!!! No dia seguinte – o último de 2004, tomamos uma resolução para o próximo ano: eu iria me dedicar a emagrecer de qualquer maneira, com todo o apoio do meu marido!

Cansada de fazer dietas, emagrecer e depois engordar em dobro, comecei a amadurecer a idéia da cirurgia para redução do estômago. Me preparei durante 7 meses, pesquisando tudo sobre esse assunto, conversando com outros operados, indo nas consultas médicas (nutricionista, endocrinologista, cardiologista, gastroenterologista e psicólogo), fazendo muitos exames, assistindo a palestra para não operados, até que finalmente consegui marcar a data da minha operação: 17/08/2005. Aquele seria o dia do meu “renascimento”, o início da metamorfose que me ajudaria a sair definitivamente do “casulo de gordura” onde eu estava escondida.

A escolha da equipe médica é fundamental. Eu queria operar por videolaparoscopia (6 pequenas incisões), então procurei um profissional altamente capacitado nesta técnica. O Dr. Marcelo Roque de Oliveira, do Instituto Garrido, é especialista em cirurgia por vídeo, um excelente cirurgião e uma pessoa maravilhosa. Ele é o “braço direito” do Dr. Arthur Garrido, uma das maiores autoridades em cirurgia bariátrica do Brasil, respeitado também no exterior.

A técnica utilizada se chama Capella + Y de Roux. Em lingüagem simples, significa que o estômago é cortado, grampeado e costurado, formando um novo reservatório com capacidade para 40ml (após a total cicatrização) e um anel de silicone é colocado ao seu redor. Além disso, é feito um desvio intestinal com cerca de 1,5m, para ligar o intestino delgado até o novo estomaguinho. Esse desvio auxilia no emagrecimento, pois causa uma má absorção de nutrientes. Por outro lado, exige que se tome vitaminas para sempre. É importante o acompanhamento médico e a realização de exames periódicos, além de uma alimentação balanceada.

Minha cirurgia foi um sucesso, não senti dores e me recuperei rapidamente. Em todos os momentos, contei com o apoio dos meus pais, meu marido e minha filha. Fiz despedida gastronômica sim, não me arrependo! Tirei várias fotos, que servem de incentivo para mim.

Passei pelos 30 dias de dieta líquida sem grandes crises. Voltei a mastigar com tranqüilidade. Sigo a dieta corretamente, como devagar e mastigo bem. Nunca entalei. Nunca vomitei. Não tenho mal estar. Acredito que o segredo da cirurgia seja modificar os hábitos, então como alimentos saudáveis e faço caminhadas diárias, 6x por semana. Tomo minhas vitaminas diariamente.

Ao contrário do que vejo por aí, junto com o estômago, eu operei a cabeça sim!!! A cirurgia sozinha não faz milagre… Devemos fazer a nossa parte! Enxergar a vida com olhos magros é muito importante. Comer pouco e ficar satisfeito, isso não tem preço! Eu não passo vontade, pois uma vez por semana, escapo da dieta e como alguma coisa mais calórica. Preciso me controlar sempre, pois tenho tendência para engordar, sou uma ex-obesa mórbida. Nunca me comparo com uma pessoa naturalmente magra. Depois, quando passar o efeito de emagrecimento da cirurgia, estarei por minha conta… Então, hábitos saudáveis desde o início são fundamentais. Esse é o meu pensamento e não quero impor à ninguém!

E os resultados? Estou só alegria, afinal, com 41,5Kg eliminados deste corpo em 8 meses, não podia ser diferente!!! Minha auto-estima subiu do chão para as nuvens! Preciso emagrecer + 2,0Kg para atingir a meta estipulada para mim, mas estou indo tão bem, que decidi emagrecer um pouco mais, chegando aos 63Kg. No total, serão 48,5Kg a menos. Quando operei tinha 111,5Kg e atualmente, meu peso é 70Kg.

Me arrumo com gosto para sair, só uso salto alto, voltei a usar bijoux, maquiagem e perfume. Já estou sendo paquerada na rua e adoro isso! Recebo elogios em toda parte. Meu manequim agora é 42, rumo ao 38/40.

Tudo isso é uma delícia, mas o mais importante é que estou emagrecendo com saúde. Meus exames de sangue comprovam isso. E, desta vez, é definitivo!

No meu site Bye Bye Gordura conto (com detalhes e muitas fotos) toda minha jornada rumo à Gastroplastia e os resultados alcançados.

Sugestão de leitura:

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