Arquivo da Seção 'Pedras na Vesícula'

4 anos sem vesícula

28th maio, 2011 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 28/05/11

Hoje completa 4 anos, que passei pela cirurgia chamada Colecistectomia, para retirada da vesícula.

Analisando as estatísticas do Blog, recentemente eu percebi, que a palavra mais pesquisada nos sites de busca é “vesícula“. Então, tem muita gente interessada nesse assunto e que acaba chegando aqui no Blog.

Bom, eu já escrevi um Relato Completo da minha cirurgia, desde a descoberta nas pedras, a internação, o pós, enfim… absolutamente tudo. Também reuni várias informações importantes sobre as pedras na vesícula, causas, sintomas, colecistectomia, etc… Comentei como estava 1 ano e 2 anos depois da retirada da vesícula.

Então, não sobrou muita coisa para escrever hoje! hehehe

Acho importante dizer que nem me lembro que um dia tive vesícula, ou então, nem me lembro que não tenho mais! Para mim, não fez a menor diferença. Algumas pessoas reclamam de dificuldades na digestão, ou então, de terem a chama “urgência evacuatória” após a vesícula ter sido retirada. Eu nunca tive nada disso, nem no pós-operatório imediato.

Me lembro que sentia um gosto amargo na boca, principalmente quando comia alguma coisa doce. Os médicos achavam que era um sintoma da vesícula empedrada. Com o tempo, passou. Eu só sinto esse gosto amargo atualmente, quando como alguma coisa muito gordurosa. É muito raro, mas às vezes acontece!

Então, vida absolutamente normal sem vesícula. E como vocês podem ler nos relatigos antigos, a cirurgia foi simples, rápida, indolor e a recuperação muito tranquila!

A foto no topo deste post, retrata um Antes e Depois, das duas cirurgias de fiz; ambas no Hospital Santa Rita e no momento da alta. Dá para notar bem a diferença de peso, né? Só não reparem a palidez, afinal, tinha passado por uma anestesia geral 24h antes da foto, jejum, depois comidinha de hospital e ainda estava com o rosto lavado, absolutamente sem maquiagem! ;)


Siga @danny_mou no Instagram!

» 6 COMENTÁRIOS »

2 anos sem vesícula

28th maio, 2009 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 28/05/09

Há exatos 2 anos, dia 28 de maio de 2007, eu estava internada no Hospital Santa Rita, para a cirurgia de retirada da vesícula (Colecistectomia).

Foi tudo rápido, indolor e minha recuperação foi bem tranquila. Levo uma vida sem vesícula, absolutamente normal! ;)

Na verdade, não tenho nada a acrescentar… já escrevi tudo o que sabia, conforme vocês podem ler nos links abaixo:

Informações importantes sobre pedra na vesícula =>
http://byebyegordura.com.br/?page_id=63

O relato completo da minha cirurgia =>
http://byebyegordura.com.br/?page_id=109

Mas, é uma data importante e não poderia deixar de citá-la. Afinal, aqui no Blog Bye Bye Gordura, eu comento absolutamente tudo relacionado à minha Gastroplastia! :)

Sugestão de leitura:


Siga @danny_mou no Instagram!

» 4 COMENTÁRIOS »

Pedras na Vesícula (relato)

1st janeiro, 2008 by Danny Mou

>> 28/05/08: UM ANO DEPOIS!
Hoje, completa 1 ano que passei pela retirada da vesícula. Aproveito para relatar aqui, que minha vida sempre foi e continua absolutamente normal.

A vesícula não me fez falta nenhuma! 8)

O funcionamento do meu intestino é ótimo, principalmente pq diariamente como vários alimentos ricos em fibras; além de tomar bastante água. A tão falada “urgência evacuatória”, nunca aconteceu comigo.

Durante esse 1º ano de vida sem vesícula, tive duas crises de diarréia. A primeira foi causada pela ingestão de amendoim. Aliás, eu tenho esse probleminha com amendoim, desde adolescente! E a segunda, mais forte, foi causada por um vírus. Então, nenhuma delas teve relação com a ausência de vesícula.

Continuo me alimentando normalmente. Já tinha três restrições alimentares e elas continuam existindo: melão, melancia e pepino.

Eventualmente, sinto um gosto amargo na boca, principalmente após a ingestão de qualquer alimento adocicado (yogurte, frutas, chocolate, etc), que os médicos acreditavam ser causado pela vesícula empedrada… Resolvo tomando chá de boldo durante 2 ou 3 dias.

No mais, está tudo ótimo e me sinto muito feliz por ter resolvido esse problema há 1 ano. Adiei muito essa cirurgia e, no final das contas, foi tudo muito mais simples e tranqüilo do que eu podia imaginar!


Imagem do Ultra-som realizado em 12/04/07

A descoberta das pedras…

Eu descobri as pedras, através do Ultra-som do Abdome Total, realizado em fevereiro de 2005. Foi um choque para mim, pois apesar de estar obesa mórbida naquela época, todos os meus exames sempre deram absolutamente normais! E, naquele fatídico dia, descobri ao mesmo tempo: as pedras e a gordura no fígado (esteatose hepática). Passei esse tempo todo, completamente assintomática! Acabei retirando a vesícula mais de 2 anos depois e nunca tive nenhuma crise de cólica; o que considero uma grande sorte! :o )

A gordura no fígado sumiu completamente, quando realizei novo exame de ultra-som, 1 ano após a Gastroplastia. E agora, depois da Colecistectomia, fiquei definitivamente livre da vesícula empedrada.
A vesícula não foi retirada junto com a Gastroplastia?

Essa é uma questão que já respondi muitas vezes… O meu cirurgião, Dr. Marcelo Roque, não gosta de realizar as duas cirurgias em conjunto, por videolaparoscopia: Gastroplastia e Colecistectomia. Ele acha que aumentam os riscos, pois somos pacientes obesos mórbidos. Além disso, a técnica utilizada na Gastroplastia, requer furinhos no centro do abdome e do lado esquerdo; estando a vesícula localizada no lado direito. Ao todo, seriam os 4 furinhos da Gastro + 3 furinhos da Colecto + 1 furo maior em conjunto para as duas. O Dr. Marcelo me orientou a fazer a retirada da vesícula depois de magra, pois seria uma cirurgia tranqüila e rápida. Ele sempre comenta de um paciente que realizou as duas, a Gastroplastia foi um sucesso e ocorreu problema na vesícula, sendo necessária a conversão para “campo aberto”.

Eu resolvi seguir a orientação dele e esperar. O meu grande medo, antes da Gastroplastia, era sentir dor. Eu tive uma recuperação absolutamente fantástica e sem dores. Mas, quem poderia garantir que seria assim? Se eu tivesse essa certeza ANTES, talvez tivesse insistido em realizar as 2 cirurgias ao mesmo tempo… Carreguei esse peso na consciência durante muito tempo! Conhecço algumas pessoas que fizeram isso e foi tudo muito bem. Inclusive, operados por outros cirurgiões do próprio Instituto Garrido e por vídeo. Mas, cada cirurgião adota um procedimento e, se confiamos no nosso, devemos seguir suas orientações, ou então, trocar de médico!

O tempo passou, emagreci muito e chegou a hora de resolver a questão da vesícula!
O pré-operatório

Foi rápido, com apenas duas consultas e alguns exames de rotina:
• Sangue • Urina • Eletrocardiograma • Ultra-som Abdome Superior • Raio-X Tórax

No meu caso específico, o eletro apresentou uma pequena alteração, então precisei de exames complementares: Ecocardiograma com Doppler e Holter de 24h + laudo do cardiologista, liberando para a cirurgia.

Como tive uma baixa na taxa de ferritina, também foram necessárias duas injeções de Noripurum Endovenoso.
A véspera da cirurgia

Foi um dia normal, de alimentação normal. Apenas foi exigido jejum total (inclusive água), à partir das 21h do dia 27/05. Então, deixei para jantar mais tarde, um prato de sopa bem pedaçuda de carne com legumes e, alguns minutos antes de iniciar o jejum, tomei 2 copos grandes de água. Acho essa a pior parte… ficar em jejum total!

A malinha já estava preparada, com pouca coisa, pois seria uma passagem rápida pelo Hospital.

Os exames estavam todos separados dentro de uma pastinha, juntamente com cópia da autorização, a carteirinha do convênio e o RG.

Indo para o Hospital e a Internação

Acordei cedinho e precisei apenas de 20 minutos para me arrumar. Afinal, escovar os dentes, pentear os cabelos e vestir a roupa que já estava separada é rapidinho.

Saímos de casa e ainda estava escuro. E não tinha trânsito algum. Só mesmo antes das 6h da matina para não ter trânsito em Sampa City…

A internação foi rapidinha, com um monte de papéis para assinar. Quando fui internar para a Gastroplastia, li tudo atentamente. Desta vez, só conferi meu nome, o nome do médico e o procedimento que ia ser realizado.

O quarto indicado era o nº 219, ao lado do Centro Cirúrgico. Gostei da localização, apesar de não ter vista externa. Mas tudo bem, ia ficar tão pouco tempo lá dentro mesmo.

Assim que entrei no quarto, passou a enfermeiea para avisar que estavam me chamando, pois minha cirurgia ia ser antecipada. Olhei para o relógio: eram 6h33. Aconteceu exatamente a mesma coisa, quando da Gastroplastia. Mas, desta vez, minha reação foi muito diferente! Eu disse: “Oba, vamos logo resolver isso!”.

Mal tive tempo para preencher o formulário para o anestesista, colocar o aventalzinho azul, que a maqueira já chegou. A enfermeira tirou rapidinho meus sinais (temperatura e pressão arterial) e abriu a porta. A maca entrou, eu deitei sozinha e me cobriram com o lençol.

Saímos do quarto e meu marido veio se despedir com um beijinho. E eu disse para ele: “Daqui a pouco, estou de volta”.

Ainda brinquei com a maqueira, dizendo que se fosse antes da Gastroplastia, que ela jamais conseguiria me levar sozinha!
Chegando no Centro Cirúrgico

Fui o tempo todo com o pescoço erguido, olhando o caminho. Não estava com medo algum e nenhuma lágrima apareceu.

O centro cirúrgico preparado era o de nº 21, exatamente o mesmo onde estive pouco tempo antes, assistindo a cirurgia do Luciano. Eu conheço cada cantinho daquela sala e, isso, de alguma forma, me tranqüilizou ainda mais.

Fui recebida pela instrumentadora cirúrgica da equipe, a Erica; uma moça muito bem humorada. Encostaram a maca na cama e eu passei de uma para a outra, com facilidade. Me colocaram um cobertor, pois estava bastante frio.

Fiquei o tempo todo conversando e brincando com a Erica, pois demorou muito o preparo. Ela colocou aquela plaquinha na minha coxa e explicou que era necessário, por causa do bisturi elétrico.

Um pouco depois, chegou outro enfermeiro e começou com os preparos: colocou as ventosas que medem os batimentos cardíacos, o oxímetro no dedão, o holter de pressão arterial e fez a punção na veia. Eu perguntei se ele era bom de veia; só para descontrair. E ele respondeu que essa era a primeira vez que ele estava fazendo! E foi tranqüilo, mas doeu um pouquinho a picada.

Então, entrou o Dr. Marcelo e me cumprimentou. Ele me explicou, que resolveu antecipar a minha cirurgia, pois era um caso simples. A 1ª cirurgia agendada, sería muito mais demorada e ele achou melhor inverter; senão eu ficaria horas esperando no quarto. O paciente ia retirar a Banda Gástrica e fazer a Capella. Eu achei bem melhor mesmo, pois estava prestes a resolver meu problema e ficar esperando, causa uma grande ansiedade…

Eu pensei, só falta o anestesiologista ser o Dr. João Almeida! hehehe
Mas era o Dr. Raimundo, um senhor muito simpático e carinhoso. Assim, que ele entrou e falou comigo, senti a maior segurança. Eu disse que tinha medo de acordar entubada e ele me garantiu que isso é extremamente difícil de acontecer. Aí, fiquei mais aliviada.

Os últimos preparativos foram feitos e o Dr. Raimundo veio com a injeção e disse que eu iria sentir um soninho gostoso. Me lembro perfeitamente de ter perguntado: “E aquela máscara com vaporzinho?” e ele respondeu que seria depois. E eu senti mesmo uma sonolência e fechei os olhos.
Acordando da anestesia

Abri os olhos, com a sensação de que havia passado um segundo. Eu já estava na Sala de Recuperação e vi o Dr. Raimundo e o enfermeiro ao pé da cama. Ele disse que a cirurgia tinha acabado, que era para eu descançar, que estava tudo bem. Eu disse e parecia que minha voz era de bêbada: “Eu quero acordar!”. Os dois riram e o Dr. Raimundo disse; “Mas você já está acordada, minha querida. Agora durma um pouco, que mais tarde eu venho te liberar para o quarto”.

O sono era muito grande; eu ficava toda hora apagando-acordando. Não sentia dor, mas tinha uma “sensação dolorida” bem fraquinha. E, como aconteceu na Gastroplastia, não tive coragem de colocar a mão no abdome, para “sentir” o que tinha sido feito!

Acordar da anestesia é realmente muito ruim. As idéias estão um pouco atrapalhadas, a gente perde completamente a noção do tempo… Acho que esse é o pior momento da cirurgia!

E aconteceu uma coisa que me deixou um pouco abalada… Enquanto fiquei na Sala de Recuperação, passaram por lá 3 bebês, que também tinham sido operados e gritavam muito. Imagina, se a gente – que supostamente, sabe o que está acontecendo -, imagina um bebê ou criança pequena, como deve se sentir assustado! Eu não vi absolutamente nada e sei que eram crianças bem pequenas, pelo jeito que os enfermeiros falavam com eles.

Acabei ficando 2h na recuperação… Na hora que veio me liberar para o quarto, o Dr. Raimundo explicou que ele prefere junto com a anestesia, já aplicar os medicamentos para dor, que acabam potencializando essa sonolência, porém, garantem que eu acorde sem sentir dor alguma. Então, ele aplicou Tramal e Buscopam antes e, realmente, acordei sem dores.

Ainda fiquei alguns momentos no corredor, até chegar o enfermeiro que me levaria para o quarto.

Chegando no quarto

Cheguei no quarto e meu marido cochilava na poltrona. Ele tinha tido uma forte crise de enxaqueca no sábado e ainda não estava totalmente recuperado…

O enfermeiro encostou a maca ao lado da cama e eu passei de uma para a outra, com o cobertor. Minha primeira lembrança foi: colocar meu piercing de volta! Chamamos a enfermeira e meu marido pegou o potinho, onde eu tinha colocado o piercing. A enfermeira tentou, tentou, tentou… mas não conseguiu colocá-lo. Na verdade, ela estava meio agoniada e resolveu chamar outro enfermeiro, que ela afirmou ser mais jeitoso! Então, o outro enfermeiro também não conseguiu… foi até onde deu, mas começou a sair um pouco de sangue e resolvemos parar. O buraquinho já tinha fechado na parte de dentro do nariz! Mais uma vez, fiquei sem meu piercing…

Logo em seguida, entrou a Dra. Juliana, para saber como eu estava. Eu disse que estava tudo bem, tranqüilo e sem dores. Ela liberou uma dieta hipo-calórica, chamou a enfermeira e mandou trazer uma sopa para mim. Ela também avisou que o potinho com as pedras retiradas da vesícula, estava junto com meus exames, na sacola plástica. Ela também disse que tinha uma amiga minha lá fora, perguntando se podia me visitar. Eu concordei, é claro.

Então, recebi a visita da Aline, que estava acompanhando a sogra (que tinha sido operada na 6ª feira, também com o Dr. Marcelo). Já conhecia a Aline, das reuniões do Grupo de Apoio Psicológico com a Dra. Aída. Fiquei feliz em receber sua visita! Ela ficou só um pouquinho.

Finalmente, depois que todos saíram do quarto, resolvi levantar para fazer xixi. Meu marido fez questão de perguntar no Posto de Enfermagem, se eu podia levantar sozinha. A resposta foi positiva, mas, primeiro sentar na cama por alguns segundos e depois levantar. Segui as orientações e fui ao banheiro. Aproveitei e coloquei meu pijaminha novo e escovei os dentes. Me senti muito melhor assim!

Pouco tempo depois, chegou minha sopa, torradas e banana cozida. Tomei metade da sopa, bem devagar. Estava muito gostosa, de mandioquinha com carne. Também comi as torradas. Não quis o suco de maracujá, pois acho muito ácido. E a banana estava completamente sem gosto… deixei de lado.

Estava tudo muito bem! Meu marido precisou sair para resolver alguns assuntos e eu fiquei sozinha, na boa. Várias vezes, a enfermagem vinha para trocar soro, aplicar remédio, essas coisas. Tudo que apareceu para comer, eu aceite! hehehe

Enfim, a tarde passou sem nenhum incidente. Somente levantei para caminhar no final do dia, pois estava com muita preguiça, devido a anestesia e aos analgésicos… Depois que meu marido retornou, caminhamos juntos pelos corredores do Hospital e ele me contou, que o Dr. Marcelo ligou diretamente do Centro Cirúrgico, assim que minha cirurgia terminou (durou menos de meia hora o procedimento), avisando que tudo tinha transcorrido bem e que eu ficaria algumas horas na recuperação. Meu marido ficou aliviado, pois é sempre bom receber essa notícia. Mesmo assim, cerca de meia hora depois, o Dr. Marcelo passou pelo quarto, para falar pessoalmente com ele e reforçar que eu estava ótima.

Eu senti um pouco de gases, não era dor, mas sim um incômodo. Chamei a enfermeira e pedi Luftal. Como não estava prescrito na minha ficha, eles ligaram para o Instituto Garrido e foi liberado. A enfermeira me contou isso, quando perguntei o motivo da demora (cerca de 10 minutos), para trazer o medicamento.

A noite também foi calma e teve pouco entra-e-sai no quarto (bem diferente da Gastroplastia!); na verdade, só me lembro de uma troca de soro.

A manhã seguinte

Acordei bem cedo, pois queria tomar banho e ficar prontinha, esperando a hora da alta. O enfermeiro chefe, Sergio, o mesmo de quando eu fiz a Gastroplastia veio saber se estava tudo bem e se eu queria mesmo tomar banho? Eu respondi que era o que eu mais queria, naquele momento! :o )

O café da manhã foi meio fraco, pois eu só tomo leite desnatado; mas comi torrada com geléia de morango e um mini pão com manteiga. Também recusei café e o suco…

A enfermeira veio para retirar o soro da veia. Assim que fiquei livre, tomei meu banho, escovei os dentes e me vesti. Aproveitamos para tirar algumas fotos!

Depois, foi ficar esperando… Recebi a visita do Dr. Raimundo, o anestesiologista. Ele queria saber se eu estava bem, se tinha sentido alguma reação desagradável, essas coisas… Respondi que não senti nada e nenhuma dor. Ele, mais uma vez, explicou sobre o procedimento de dar o Tramal junto com o anestésico, assim o paciente demora um pouco mais para despertar, porém, já acorda livre de dor. Uma simpatia esse médico!!

A Dra. Juliana chegou e conversamos um pouco os quatro. Como eu estava ótima, ela foi preparar a minha alta. De receita médica, apenas Lisador, caso necessário. E posso dizer que não foi necessário!

Me despedi da Dra. Juliana com abraços e beijos, como sempre. Ela recomendou que eu marcasse um retorno em 2 semanas. Mas, como sou adiantada, já estava com esse retorno marcado! hehehe

As orientações foram simples:
• dieta normal, sem alimentos gordurosos;
• dirigir somente após 15 dias;
• evitar subir/descer escadas;
• não carregar peso e não fazer esforço físico.

No mais, foi esperar a burocracia do Hospital, para concretizar a minha alta…
28h depois de chegar, livre da vesícula empedrada, eu voltava para casa, tranqüila e sem dores.

Bom, esse foi meu relato pessoal. Eu tinha receio de passar por outra cirurgia, mas foi absolutamente fácil. Perto da Gastroplastia, a Colecistectomia é moleza. A única parte realmente chata, é o despertar após a anestesia. Aquele estado de sonolência me incomoda… Mas isso vale para qualquer cirurgia!

O mais importante, é que estou definitivamente livre desta “bomba-relógio”! :o )

Resumo da Minha Colecistectomia

• A cirurgia durou meia hora.
• Não usei dreno.
• O cirurgião usou ponto de plástica, com uma linha que é absorvida pelo organismo.
• Acordei sem dores, mas bastante sonolenta.
• Logo que cheguei no quarto, levantei para ir ao banheiro.
• No mesmo dia, fiz todas as refeições (dieta hipocalórica).
• Estava autorizada uma Colangiografia, um tipo de Raio-X feito durante a Colecistectomia, mas no meu caso, não foi necessário.
• A vesícula e uma das pedras foram enviadas para análise em laboratório e o resultado foi negativo.
• Fiquei internada apenas 28h.
• Minha recuperação foi excelente e absolutamente sem dores.
• Não tive diarréia no pós-operatório.
• Retorno médico com 15 dias e após 3 meses.

Sugestão de leitura:


Siga @danny_mou no Instagram!

Related Posts with Thumbnails

» 4 COMENTÁRIOS »