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Sete dicas para manter o peso saudável no inverno

23rd junho, 2016 by Danny Mou

1- Carga glicêmica.
Ela serve pra dizer se o que comemos faz subir muito os níveis de açúcar (glicose) do sangue. Quanto mais fibras e menos ingredientes refinados o alimento tiver, menor a carga. Isso significa maior saciedade, menos fome e peso em dia. Grãos integrais e verduras são uma ótima escolha (aliás, nesse frio, vai bem um creme de abóbora…link receita gastronomia)?

2 – Não é preciso cortar as delícias de inverno!
A única coisa a que a gente é radicalmente contra é aos radicalismos. Se comermos bem em 90% do tempo, os outros 10% podem ficar para o que a gente gosta, mesmo que não seja lá tão saudável assim. Tomar um chocolatinho quente lendo um livro, ou saborear um fondue numa roda de amigos de vez em quando é ótimo pra relaxar e se sentir bem.

3 – Proteína, sim. Mas não é qualquer proteína.
A qualidade das proteínas dos alimentos diz muito sobre o nosso peso. Aliás, não só sobre o peso, mas um monte de outras coisas, inclusive o intestino. Abusar de carnes vermelhas, leite e derivados, por exemplo, aumenta as chances do intestino não absorver bem o que a gente come ao longo do dia, e isso pode prejudicar o peso. Prefira as melhores fontes de proteínas como a quinua, os cereais integrais como arroz, aveia e milho, as leguminosas como feijão, lentilha e grão de bico, além do ovo caipira.

4 – Uma aceleradinha no metabolismo.
Longe da gente achar que qualquer alimento por si só faz milagre. Isso não existe. Mas alguns ajudam a aumentar um pouco a temperatura do corpo (termogênicos), facilitando o gasto de energia e a perda de peso. Canela, chá verde e pimenta são alguns exemplos. Que tal começar o dia com um chazinho verde ou com uma pêra quente com canela e um fio de mel? Hum…

5 – Ficar muitas horas sem comer não ajuda a emagrecer.
Pelo contrário. Faz o corpo achar que você está se privando porque não tem comida por perto mesmo, aí ele inteligentemente começa a reservar (quase) tudo o que chega em forma de gordura (questão de sobrevivência). É por isso que o caminho certo é exatamente o contrário: comer a cada 3 horas, refeições leves e de qualidade (com alimentos naturais). Aproveite, por exemplo, as frutas típicas do inverno como kiwi, laranja, abacate, e mexerica pra comer no intervalo entre as refeições principais.

6 – Se divertir também faz parte!
E que bom que no inverno a gente tem um monte de oportunidades pra isso. As festas juninas mesmo são um exemplo de ambiente de descontração e divertimento , mas é claro que vale o que sua imaginação mandar. Separe uns momentos toda semana pra fazer o que gosta. Estresse demais, sem períodos de lazer, aumenta a produção de cortisol no corpo e pode engordar.

7 – Dormir bem.
Não há quem consiga passar por muitas noites mal dormidas sem que o organismo fique meio lesado no final. Tão importante quanto comer bem é dormir bem. Sem boas noites de sono, o o metabolismo fica todo desregulado, e aí não adianta colocar a culpa na alimentação quando o ponteiro da balança subir. Pra quem tem dificuldade pra pegar no sono, alguns toques bacanas: evitar atividades físicas muito agitadas à noite, não ficar por muito tempo na frente do computador à noite, tomar um banho quente antes de ir pra cama e deixar o quarto totalmente escuro e silencioso. Fonte: Mãe Terra

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Oito passos para acordar de bem com a vida!

6th junho, 2016 by Danny Mou

7 em cada 10 brasileiras sofrem para acordar. Mas dá para virar o jogo adotando o que especialistas recomendam para fazer todo dia nascer feliz!

Sair da cama de manhã está se transformando num pesadelo para cerca de 70% das brasileiras, segundo estudo do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O dia nasce e elas… continuam cansadas!

Os principais responsáveis pelo problema são a rotina estressante e o caos urbano – eles atrapalham o sono e, por consequência, o rendimento do dia seguinte. “O bem-estar está relacionado à qualidade e à duração do sono. Todo mundo precisa dormir de seis a nove horas por noite para ter saúde. Quem dorme menos tende a desenvolver doenças”, diz a neurologista Dalva Poyares, da Unifesp.

Portanto, o primeiro passo para ter um bom dia é dormir bem. Mas há outros que podemos adotar para iniciar a manhã com pique. “É importante acordar aos poucos, despertar a musculatura e o cérebro, preparando-os para a jornada”, afirma a personal trainer Mônica Valadão, da academia Bio Ritmo (SP). Assim ganhamos uma injeção de energia e evitamos dores na coluna, enxaqueca e outros males.

Veja oito dicas para começar bem o dia:

1. Respire e entoe um mantra
Nada tem um efeito tão imediato sobre o nosso humor quanto a respiração. ao acordar, respire fundo, enchendo de ar não só os pulmões, mas todo o abdome – é a chamada respiração completa. Ao expirar, entoe o mantra “om” (pronuncia-se “oum”), som poderoso que representa a vibração primordial do universo.

Siga a orientação de Liz Lark, autora do livro 1001 Pérolas de Sabedoria da Ioga (Ed. Publifolha): “inspire profundamente. ao expirar com a boca, deixe o som ‘ooo’ subir, transformar-se um ‘uuu’ nos lábios, terminando com um ‘mmm’ suave ao fechá-los. Repita até se sentir desperta”.

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2. Dê uma boa espreguiçada
Já reparou como cães e gatos alongam-se com frequência? Esse é um hábito fundamental pela manhã. “Ao tracionarmos a musculatura, despertamos o corpo, eliminando tensões provocadas pela má postura do sono, incontroláveis durante a noite”, diz Beto Alves, instrutor de ioga (SP).

Faça cada um dos movimentos abaixo por dez segundos:
· Leve os braços para cima e a ponta dos pés para baixo, como se alguém puxasse você;
· Puxe uma perna de cada vez e agarre-a colada ao corpo;
· Vire os joelhos para um lado e o tronco para o outro;
· Sentada, gire a cabeça devagar – assim você relaxa pescoço e nuca e leva o sangue ao cérebro;
· De pé, puxe um braço de cada vez na frente do corpo e alongue-o lateralmente. Depois leve um calcanhar ao bumbum e repita o exercício do outro lado.

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3. Ouça a sua música favorita
Nada melhor que acordar ao som de Ivete Sangalo, Luan Santana ou do seu artista predileto. Nessa hora, “o que vale é o estilo de música que lhe agrada”, diz Maristela Smith, coordenadora do curso de musicoterapia da FMU (SP).

Separe uma lista de músicas que fazem parte da sua vida e que deixaram lembranças positivas. Depois grave um CD (ou baixe as canções em seu mp3), coloque os fones de ouvido para não ser interrompida e aperte o play. Curta a seleção por dez minutos antes de se levantar. “A terapia vai deixar o seu corpo, cérebro e mente mais dispostos para encarar o dia”, diz.

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4. Faça uma automassagem
Tocar o rosto desperta os músculos e alivia tensões, diz a esteticista Roseli Siqueira (SP). Usando um creme para os olhos, faça esta massagem: com os dedos médios, pressione o canto externo das pálpebras. Depois deslize-os para as laterais, firme-os nas têmporas e faça movimentos circulares até se sentir relaxada.

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5. Leia algo positivo
Toda manhã, leia uma frase ou um texto inspirador. Esse exercício vai ajudá-la a encarar a jornada com olhos otimistas (no Clube da Máxima, por exemplo, publicamos diariamente a Máxima do Dia, uma reflexão positiva sobre a vida). Para a psicóloga Diana Bast (SP), “essas mensagens podem mudar a sua motivação e aumentar a probabilidade de coisas boas acontecerem”.

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6. Tome um banho energizante
“Massagear o corpo com bucha vegetal ou sabonete esfoliante remove as células mortas da pele, estimulando os sistemas linfático e circulatório”, conta a esteticista iris Cruz (SP). Produtos com aroma de alecrim, hortelã ou limão ajudam a despertar. Se não der tempo para tomar uma ducha, pelos menos lave o rosto com água gelada: ela acaba com a cara de cansaço e faz você acordar a todo vapor.

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7. Exercite-se
“Praticar uma atividade aeróbica no início do dia ajuda a oxigenar a musculatura e a turbinar a energia”, diz a personal trainer mônica Valadão (SP). Mexa-se por meia hora, ao menos três vezes por semana.

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8. Capriche no café da manhã
“A primeira refeição do dia é essencial para fazer o cérebro funcionar melhor”, diz a nutricionista Roseli Rossi (SP). O café da manhã ideal inclui alimentos energéticos (pães integrais, oleaginosas), construtores (leite e derivados) e reguladores (frutas e sucos naturais). Fonte: MdeMulher

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Onze alimentos desintoxicantes

3rd junho, 2016 by Danny Mou

A desintoxicação consiste no processo de eliminação dos excessos e das toxinas acumuladas no organismo.

Alimentação desintoxicante é uma forma de proporcionar ao corpo um “banho interno diário”, que tem como objetivo facilitar a saída das toxinas presentes no organismo em virtude dos excessos alimentares.

Essas toxinas são substâncias nocivas encontradas em aditivos, conservantes, corantes, adoçantes ou mesmo na poluição. Se por um lado, a alimentação pode causar intoxicação, por outro lado, existem alimentos como frutas e grãos, que ajudam a desintoxicar o organismo de forma natural e saudável.

Confira a seguir alguns desses alimentos que ajudam a desintoxicar o organismo:

Abacaxi:
O abacaxi é diurético, facilita a digestão, especialmente de carnes, e desobstrui o fígado.

Arroz Integral:
Rico em fibras, o arroz integral faz o intestino funcionar melhor e favorece a eliminação de toxinas, mantendo a pele saudável.

Maçã:
A maçã é rica em fibras, que funcionam como esponja dentro das artérias limpando o sangue do colesterol. É recomendada nas afecções de estômago, bexiga e rins. Antiácidas, ativam o fígado e dissolvem o ácido úrico, que retém líquidos no organismo.

Mel:
Além de adoçar sucos e chás, o mel pode ajudar a tratar muitas doenças, como gripe, asma, amigdalite e bronquite. Delicioso e fresco ainda auxilia problemas de circulação e dos músculos.

Melancia:
A melancia tem propriedade refrescante e diurética, ajudando a limpar o organismo. Uma ótima receita é preparar o suco de melancia com gengibre, outro poderoso desintoxicante.

Laranja:
A laranja tem ação desintoxicante e auxilia o funcionamento intestinal, principalmente quando ingerida com o bagaço.

Gengibre:
O gengibre estimula a digestão, alivia a constipação intestinal e ativa o metabolismo. Contém quantidades pequenas de vitamina C, cálcio, potássio, ferro, fósforo e magnésio. É rico em fibras e é usado como um alimento digestivo e refrescante.

Couve:
A couve carrega doses de ferros, que ajuda na formação de hemoglobina que transporta oxigênio para os tecidos.

Berinjela:
A berinjela é muito digestiva, nutritiva e laxante, por esse motivo é indicada nos casos de indigestão e prisão de ventre.

Hortelã:
A hortelã é uma erva rica em vitaminas A,B e C, minerais (cálcio, fósforo, ferro e potássio), que exercem ação tônica e estimulante sobre o aparelho digestivo, pode ser utilizada em chás, saladas e preparações em geral. Uma boa pedida é o suco de abacaxi com hortelã.

Salsão:
O salsão é rico em fibras, que favorecem o trânsito intestinal. Fonte: Blog Vitao

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Dor de cabeça é comum, mas não é normal

30th maio, 2016 by Danny Mou

Com certeza você já teve um episódio de dor de cabeça alguma vez na vida. Ela pode ter durado pouco tempo, ter sido de leve intensidade, como também pode ter durado muito tempo e aparecido de forma constante.

Estima-se que 93% dos homens e 99% das mulheres terão algum tipo de dor de cabeça ao longo da vida, segundo a revista médica Cephalalgia. E, de acordo com o Dr. Edson Issamu Yokoo, neurologista no Hospital São Camilo de São Paulo, por mais que seja muito comum, a cefaleia regular não é normal.

Estudos epidemiológicos internacionais indicam que ela é uma das principais causas de falta ao trabalho, responsável pela perda de quatro dias por ano, em média. E, segundo o Dr. Edson, só no Serviço de Neurologia do Hospital São Camilo Santana, 39% das consultasdiárias ao neurologista são associadas à cefaleia.

Ainda de acordo com o neurologista, a dor de cabeça, também conhecida como cefaleia, ocorre devido a estímulos inadequados em determinados nervos de sensibilidade cranianos que, interagindo com áreas cerebrais específicas, são traduzidos em estímulos de dor.

Por isso, o especialista recomenda que, nesses casos, é preciso investigar as causas das dores, já que a automedicação pode agravar acefaleia: “A automedicação sempre agrava a dor de cabeça, pois existem estratégias e critérios de tratamento para cada tipo de manifestação, que não são seguidas nesta situação” complementa Dr. Edson.

A cefaleia deve ser investigada quando ocorrer em uma frequência regular ou quando acontecer de forma inédita, súbita, atípica e de forte intensidade, que não melhora com analgésicos. Ela também pode indicar algumas patologias, como o acidente vascular encefálico isquêmico ou hemorrágico e de hemorragias meníngeas e pode durar desde poucos minutos, até vários dias seguidos.

Existem diversos tipos de cefaleia, onde podem ser classificadas como primárias ou secundárias, que ocorre quando derivam de outras patologias cerebrais. “Não há exames para diagnosticar a verdadeira causa das cefaleias primárias. O diagnóstico é essencialmente clínico. Nas cefaleias secundárias, os exames de imagem, como a Tomografia de Crânio e a Ressonância Magnética, além do exame do líquor, são fundamentais para complementação do diagnóstico”, finaliza Dr. Edson.

Abaixo, você encontra os fatores mais importantes que desencadeiam as enxaquecas:

1) Fatores ambientais: calor excessivo, climatização artificial excessiva, como o ar condicionado;
2) Inalar odores como perfumes, substâncias químicas como tintas e solventes, produtos de limpeza, como água sanitária;
3) Atividade física;
4) Fatores alimentares: jejum prolongado, ingestão de determinados alimentos como chocolates, queijos, vinhos, embutidos, temperos como ácido glutâmico e alimentos com conservantes;
5) Alteração do ciclo sono: dormir muito, dormir pouco, permanecer longos períodos em vigília;
6) Fatores hormonais: TMP ou utilização de alguns tipos de anticoncepcionais;
7) Fatores emocionais: ansiedade, depressão, estresse;
8) Uso excessivo de analgésicos.

Fonte: Dr. Edson Issamu Yokoo, neurologista no Hospital São Camilo de São Paulo.

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Vitaminas que ajudam a proteger a pele!

30th abril, 2016 by Danny Mou

Fuja de acne, cravos, envelhecimento e rugas consumindo nutrientes

Até os menos vaidosos ficam incomodados com problemas de pele, como acne, cravos e rugas profundas. Mesmo alguns cuidados, como evitar sair de casa sem passar protetor solar e a utilização de cremes antienvelhecimento, podem não ser o suficiente para deixar a pele jovem e saudável. “A pele também precisa de nutrição, principalmente a de quem tem histórico de problemas dermatológicos, como acne, espinhas e cravos”, explica a nutricionista Daniela Jobst, da Unifesp. Dentre todos os nutrientes, as vitaminas ganham destaque, já que o consumo de algumas delas deixam a pele mais saudável e protegida da ação do tempo.

Acne – Espinhas
As espinhas, ou acne, formam-se porque há um entupimento no poro que drena para a superfície da pele as gorduras produzidas pela glândula sebácea. Esse tampão pode inflamar o poro, deixando as lesões avermelhadas, pustulosas e com aparência desagradável.”A vitamina A, também chamada de retinol ajuda na saúde da pele, pois tem ação antioxidante e auxilia na restauração de lesões na pele”, explica a nutricionista Daniela Jobst, da Unifesp. Esse nutriente também balanceia a produção de secreções das glândulas sebáceas, dificultando que os poros fiquem entupidos e inflamados.

A vitamina A pode ser encontrada com facilidade em alimentos consumidos no dia a dia, mas suas principais fontes são abacate, brócolis, cenoura, espinafre e outros legumes verdes.

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Rugas
“A vitamina B2, ou riboflavina, auxilia na saúde da pele, pois ajuda a aumentar a produção de energia. Sua ausência pode provocar lesões na pele e nos lábios, dermatite, entre outras inflamações. Ela também impede o cabelo e as unhas de ficarem secos e quebradiços”, explica a especialista. Além disso, essa vitamina promove uma renovação celular mais acelerada, deixando a pele firme e saudável, o que combate rugas e marcas de expressão no rosto.

“O leite é a maior fonte de vitamina B2 que encontramos na natureza e deve fazer parte da dieta de quem busca retardar o envelhecimento da pele. Laticínios, como queijo e iogurte, também são boas fontes de B2″, diz Daniela Jobst. Mas as pessoas com alergia a lactose devem tomar cuidado com o consumo desses alimentos e devem procurar outras fontes da vitamina B2, como fígado e folhas verdes.

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Cravos

Os cravos são formados pelo acúmulo de substâncias sebáceas nos poros da pele. Esse processo é mais comum quando o indivíduo tem má circulação, o que dificulta o transporte de nutrientes que possam dilatar os poros. A vitamina B3 é importante porque facilita a circulação sanguínea em todo o corpo, inclusive na pele, o que contribui para o metabolismo das gorduras, proteínas e carboidratos.

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Envelhecimento
Famosa por ser usada na prevenção de gripe e resfriado, a vitamina C também traz benefícios às células da pele. Um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition examinou as relações entre a ingestão de nutrientes e o envelhecimento da pele em mais de quatro mil mulheres, com idade entre 40 e 74 anos. Foi constatado que a ingestão de vitamina C mais elevada estava associada a uma menor probabilidade de ter uma aparência enrugada e a pele ressecada. Isso acontece porque a vitamina C é um antioxidante natural que auxilia na formação do colágeno, responsável pela elasticidade e firmeza da pele. Segundo a nutricionista Daniela Jobst, a vitamina E também tem a função de antioxidante e protege as células da ação dos radicais livres, o que retarda o envelhecimento da pele.

A vitamina C pode ser encontrada em frutas cítricas, como laranja, limão, abacaxi e morango, além de vegetais, como repolho, cebola e pimentão. Já verduras – como alface, agrião, espinafre e couve -, óleos vegetais, ovos, semente de girassol, soja, banana, carnes e oleaginosas são fontes de vitamina E.

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Irritações e lesões na pele
Na hora se barbear ou depilar com gilete, é comum que a pele fique irritada, e em alguns casos, até lesionada. A vitamina B6 tem ação cicatrizante e age no sistema imunológico do corpo, protegendo a pele com inflamações, e também acelerando o processo de cicatrização das feridas. “Essa vitamina pode ser encontrada em batata, banana, peito de frango, semente de girassol, salmão, atum e abacate”, diz a nutricionista. Fonte: Portal Minha Vida

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