Globo Repórter investiga os fatores que levam a uma vida longa

12th agosto, 2010 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 12/08/10

Programa vai mostrar os hábitos que elevam a qualidade de vida dos setentões. Veja também receitas e dicas para alcançar a longevidade.

Nesta sexta-feira (13), no Globo Repórter: qual o segredo de uma vida longa e saudável? Herança genética ou jeito de viver? Em São Paulo, setentões redescobrem a vida através da amizade, da dança, da música e da alegria. O exemplo de Copacabana, bairro que está inspirando cidades por todo planeta. Pó de guaraná: receita de longevidade amazônica? Suco de uva: o elixir dos oitentões gaúchos? E, ainda, dicas fundamentais para quem quer viver mais e melhor.

Fonte: Globo Repórter

Sugestão de leitura:

Cama-balança confirma: perdemos quase 1 kg enquanto dormimos

8th julho, 2010 by Danny Mou

Pesquisa revela que quem dorme menos, engorda mais. E outra boa notícia: o exercício físico à noite, ao contrário do que se pensava, não atrapalha o sono de quem dorme bem.

Dias curtos demais e noites que custam a passar: a assistente social Ana Dias e o porteiro noturno Antônio Marcos Barbosa conhecem essa sensação.

Bem cedo, Ana já está a caminho do trabalho. Bem tarde, Antônio, porteiro de um prédio em São Paulo, também se prepara para o início da jornada.

Nos últimos anos, Ana viveu a agonia das noites sem dormir. “Ou eu demorava muito para dormir e dormia e acordava cedo. Ou eu dormia cedo, acordava de madrugada e não conseguia dormir mais”, afirma a assistente social.

Antônio bem que gostaria de ter insônia para enfrentar as longas noites em claro. Há 15 anos, ele luta contra o sono no trabalho solitário de porteiro noturno. “Não é fácil trocar o dia pela noite”, diz o porteiro.

Mesmo com problemas diferentes, Ana e Antonio são vítimas das noites mal dormidas e também têm algo mais em comum. Os dois contam que engordaram por conta dos problemas com o sono.

“Antes de eu trabalhar à noite, meu peso era cerca de 60 kg. Depois, chegou a 91 kg”, revela o porteiro. “Engordei quase dez quilos. E a insônia veio junto”, declara a assistente social.

E não é coincidência. Em São Paulo, uma das maiores pesquisas já feitas no mundo sobre sono e saúde acaba de comprovar que dormir mal faz toda a diferença na balança. Ao todo, 77% dos moradores da maior cidade do país reclamam de noites mal dormidas. E os pesquisadores descobriram que eles estão muito acima do peso.

“A população de São Paulo é obesa. Foi uma coisa que nos surpreendeu: 60% da população de São Paulo está acima do peso. E quando você engorda, você não engorda só para fora. Você engorda para dentro também. O que fecha o nosso canal respiratório e fica mais fácil produzir apneia”, explica Sérgio Tufik, diretor do Instituto do Sono.

Apneia é a interrupção da respiração durante o sono, um problema mais comum do que se imaginava. Atinge um terço dos paulistanos. Apesar de menosprezada pela maioria dos brasileiros, a apneia pode levar a doenças circulatórias, cardíacas e diabetes. Sem dormir, não é só o corpo, mas o dia também fica mais pesado.

Enfrentar o dia na cidade grande exige olhos bem abertos, atenção e disposição. O nosso corpo foi programado exatamente para ficar alerta durante o dia e para descansar durante a noite. O problema é que, quando anoitece, a cidade não para, funciona 24 horas. E este ritmo alucinante mexe com o sono do paulistano. Quem vive em São Paulo está dormindo cada vez menos. Quando a noite vai mal, imagina o esforço do corpo para enfrentar o dia.

Quando o corpo não aguenta mais, o cochilo é inevitável. Não importa o lugar. O doutor Sérgio Tufik estuda o sono dos paulistanos há 30 anos e acredita que as noites mal dormidas têm a ver com o dia a dia na cidade.

O trânsito obriga a sair mais cedo de casa e chegar mais tarde. O stress, o medo: tudo isso anda tirando o sono de muita gente. “O maior inimigo do sono é o medo e o estresse. É o que vem aumentando me parece na cidade de São Paulo”, aponta o diretor do Instituto do Sono.

“Você fica pensando no que aconteceu durante o dia e daquilo que poderia ter feito e não fez. E o que você fez e não fez tão acertado”, declara Ana.

Mas isso já ficou no passado, para a assistente social. Ela venceu a guerra contra a balança. Perdeu oito quilos nos últimos seis meses e também ganhou a luta que travava todas as noites com a insônia.

“O pior é não saber quanto tempo dormiu. Porque, como era entrecortado, eu não sabia se tinha dormido uma ou duas horas. Eu acordava com a sensação de que eu tinha dormido muito pouco”, lembra a assistente.

Vamos ver se ela realmente se livrou da insônia. Nós convidamos Ana para um teste: passar uma noite no Instituto do Sono em São Paulo para ver se ela esta dormindo melhor.

A assistente social vai passar por uma polissonografia, um exame igual ao que 1,1 mil paulistanos fizeram na pesquisa que avaliou a qualidade do sono na cidade.

Todos os sensores ligados na Ana servem para avaliar a qualidade do sono. É um equipamento sofisticado que mede a atividade cerebral. Uma nova pesquisa descobriu que outro aparelho, bem mais comum, também pode dizer muito sobre o sono de uma pessoa. Debaixo da cama tem uma simples balança. Ela é muito sensível e precisa. O objetivo é saber quanto cada um de nós perde de peso durante o sono. Já há fortes indícios de que quem dorme melhor emagrece mais.

Quanto será que Ana vai perder: 100 gramas, 200 gramas, 300 gramas? Estamos todos curiosos. Foi a curiosidade que levou o neurologista Walter Moraes, do Instituto do Sono, a investigar a perda de peso das pessoas em cada fase do sono.

“Ao contrário do que se pensa, o sono é um período em que se gasta bastante energia também. Enquanto, na vigília, a gente realiza movimentos, atividade exterior; durante o sono, a gente realiza uma atividade interna de recuperação dos tecidos”, explica o médico.

Enquanto a gente dorme, o organismo trabalha. É durante uma das fases do sono que os músculos se recuperam do esforço feito durante o dia. Quando entramos no sono mais profundo, o cérebro se exercita para fixar na memória o que aprendemos no dia anterior. E, para isso, o corpo gasta muita energia.

É tanta energia que muitas pessoas que participaram da pesquisa gastavam mais dormindo do que acordadas. “De fato, nossos voluntários permaneceram em repouso absoluto durante o dia na própria cama em que dormiram. Muitos destes voluntários perderam peso mais aceleradamente dormindo do que, por exemplo, quando estavam acordados assistindo TV”, aponta o neurologista Walter Moraes.

É claro que o peso é recuperado durante o dia. Com o tempo, horas a menos de sono podem render muitos quilos a mais. Quando deixamos de dormir, nosso metabolismo fica mais lento, a gente gasta menos energia. E para piorar, sentimos mais fome.

Na manhã seguinte, nós acordamos Ana. Ela quer saber o resultado do exame para descobrir se dormiu bem. O médico informa que ele teve uma boa noite de sono e que, inclusive, perdeu 770 gramas durante a noite.

Mas qual o segredo de Ana? O que ela fez para emagrecer e dormir melhor? Com muito suor, com academia quase todos os dias da semana, ela superou a insônia. E virou um ciclo: ela perdeu peso, passou a dormir melhor e, dormindo melhor, também perde mais peso.

Exercício físico é remédio para insônia? É o que diz o professor educação física Marco Túlio de Mello, do Instituto do Sono, da UNIFESP: “para quem tem uma insônia ou para quem tem um distúrbio de movimento, que não seja muito grave, que não precise de uma intervenção com remédio, o exercício é o primeiro tipo de tratamento, que poderia ser dado, em vez de tomar remédio”.

E outra boa notícia: o exercício físico à noite, ao contrário do que se pensava, não atrapalha o sono de quem dorme bem.

Às 20h30, o dia do advogado Cesar Peduti Filho não acabou. É hora de ele se preparar para lutar contra o stress. Ele garante que, depois de uma aula de muay thai, já sai da academia sonhando com uma boa noite de sono. E, quando não vai, percebe a diferença. “Eu sinto o cansaço do dia, porém não sinto aquele cansaço físico que dá vontade de cair na cama e dormir”, afirma o rapaz.

Sempre se acreditou que a malhação à noite era inimiga do sono porque o exercício aquece o corpo. “Esta curva da temperatura até o momento que ele for dormir, ela já voltou ao normal. Neste tempo que demora de ele terminar o exercício até ir dormir, esta curva já se desfez. E ele já pode dormir tranquilamente”, explica o professor educação física Marco Túlio de Mello, do Instituto do Sono.

“Nos dias em que eu faço muay thai, eu saio daqui não vendo a hora de ver minha cama”, declara o advogado.

Os sinais das noites mal dormidas não demoram a aparecer. No dia seguinte, a pessoa já fica de mau humor. Com dois ou três dias seguidos de pouco sono, o cérebro dá o alerta: surgem os problemas de memória, o esquecimento. Depois de algumas semanas, a pessoa passa a ficar resfriada com facilidade, o corpo dá sinais de fraqueza. A falta de sono já começa a por a saúde em risco.

Imagina os efeitos de anos de noites em claro? Desde que virou porteiro noturno, Antonio percebeu que a resistência do corpo dele não é mais a mesma. “Eu tenho resfriado todos os meses. Depois que eu trabalhei à noite, sempre eu tenho isso”, conta.

A falta de sono diminui as defesas do nosso corpo. A ciência comprovou que, nas noites mal dormidas, o organismo não produz anticorpos suficientes. E se estamos tão frágeis, nem mesmo as vacinas têm efeito.

“Para a vacina pegar, o sujeito tem que ter bem dormido a noite anterior e a noite posterior de ter tomado a vacina. Em um apnéico não pega. E veja que a quantidade de apneia nos idosos é enorme”, aponta Sérgio Tufik, diretor do Instituto do Sono.

Ana está protegida, com a vacina e com boas noites de sono. “Sem contar que é muito bom dormir bem a noite toda”, diz a assistente social. E ela revela que agora está disposta para enfrentar o dia de trabalho.

Fonte: Globo Repórter

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Globo Repórter investiga relação entre sono e saúde

1st julho, 2010 by Danny Mou

Nesta sexta-feira (02/07), você vai ver exercícios indicados para quem não quer roncar.
E descubra: dormir emagrece?

O Globo Repórter investiga a curiosa relação entre sono e saúde. Quem dorme menos, engorda mais?

Médicos revelam: idosos que dormem pouco perdem mais o equilíbrio e caem mais do que os que dormem melhor. Crianças que estudam à tarde e podem dormir mais têm mesmo um rendimento do que as que estudam de manhã cedo?

Como evitar uma noite do barulho? Você vai ver quais são os exercícios indicados para quem não quer roncar.

Bebês com insônia: veja o que fazer para o seu filho dormir bem.

Fonte: Globo Reporter

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Globo Repórter investiga como evitar a pressão alta

17th junho, 2010 by Danny Mou

Nesta sexta-feira (17/06), o Globo Repórter investiga se é possível evitar a hipertensão, doença que atinge 27 milhões de brasileiros. Você sabia que a Copa do Mundo é um momento de alto risco para os hipertensos? O que fazer para proteger o coração dessas grandes emoções?

Crianças hipertensas? Médicos descobrem que a doença já se revela nos primeiros anos de vida.

Por que alguém se torna um hipertenso? Filha, mãe, avó e bisavó: quatro gerações de uma mesma família enfrentam o desafio de controlar a pressão.

Mas, afinal, o melhor tratamento para esse problema? É hora de abrir os olhos para um dos principais vilões da nossa saúde: a hipertensão. Fonte: Globo Repórter

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Globo Repórter: Veja o poder da nova medicina natural

28th maio, 2010 by Danny Mou

Medicamentos são capazes de ajudar na perda de peso e no combate à depressão. Fórmulas prometem não apresentar efeitos colaterais.

Nesta sexta-feira (28), o Globo Repórter revela o poder da nova medicina natural. Vamos mostrar remédios mais saudáveis e mais baratos. Você vai conhecer medicamentos capazes de ajudar na perda de peso e no combate à depressão.

São fórmulas que prometem não apresentar efeitos colaterais. Por que óleo de casca de laranja da terra pode ser melhor que os remédios tradicionais para úlcera e gastrite? Medicamento à base de leite aumenta a imunidade e nos protege de vírus agressivos.

Nossos repórteres chegam a uma reserva natural onde centenas de espécies de plantas são analisadas e dão origem a novos medicamentos. Fonte: Globo Repórter

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Globo Repórter: Grão-de-bico é fonte de bem-estar físico e emocional

13th maio, 2010 by Danny Mou

Ele acumula o triptofano, um aminoácido precursor da serotonina que é o neurotransmissor que dá o bem-estar para o ser humano.

Tomates bem vermelhos, pimentões ainda mais coloridos e mais nutritivos, grãos preciosos: um verdadeiro tesouro cultivado em estufas. Será possível melhorar o que a natureza nos oferece, com uma pitada de ciência?

A partir do estudo das hortaliças e conhecendo cada elemento que elas contêm, o pessoal da Embrapa realiza suas pesquisas. O objetivo é melhorar geneticamente as hortaliças e fazer com que elas sejam cada vez mais fontes eficientes de bem estar físico e até emocional. O que se estuda no laboratório e no campo vai melhorar o que todos nós comemos em casa.

Em uma horta, os agrônomos Leonardo Boiteux e Maria Esther Fonseca, da Embrapa Hortaliças, colhem os resultados de suas pesquisas, como ervilhas, lentilhas e grão-de-bico.

Provavelmente pouca gente conhece uma plantação de grão-de-bico. Leonardo explica que ela demora em torno de 100 dias para chegar à fase dos grãos. “É uma característica das leguminosas, em especial do grão-de-bico, acumular triptofano, que é um aminoácido que é precursor da serotonina que é o neurotransmissor que dá o bem-estar para o ser humano”, o pesquisador da Embrapa Hortaliças.

“O tipo de lipídios que tem no grão-de-bico, ômega 3 e 6, evita doenças circulatórias e coronárias. A proteína é rica em triptofano, que favorece o bem-estar. É precursor da serotonina, que está relacionada com o bem-estar. Até o carboidrato do grão-de-bico é especial, porque ele tem um índice glicêmico baixo, que é bom para pessoas com diabetes e mesmo para evitar a chegar o diabetes. O valor calórico dele é baixo”, aponta a pesquisadora Maria Esther Fonseca.

“É uma jóia e tem uma variabilidade genética para melhorar ainda mais”, ressalta o pesquisador da Embrapa Hortaliças.

Para isso, Leonardo e Esther estudam vários tipos de grãos.

“O objetivo nesse projeto é explorar os diversos tipos de grãos-de-bico, para combinar características de produtividade e altos teores de ômega 3, 6 e triptofano. A gente faz cruzamentos, e selecionamos os filhos mais produtivos para as características de interesse”, explica Leonardo.

É assim também com os tomates e pimentões. Com um tomatinho selvagem, por exemplo, eles estão testando um super tomate, com ainda mais licopeno que é um poderoso antioxidante. Quanto mais vermelho, mais licopeno.

Os pimentões coloridos já estão nos mercados e foram testados em um laboratório da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba.

“Houve uma melhora boa em componentes. O vermelho e o amarelo e depois o verde, eles tiveram uma concentração muito grande de compostos bioativos e de compostos com um papel antioxidante, que é uma coisa boa”, diz a professora de nutrição Jocelem Salgado, da USP. “Mas o que a gente percebeu é o seguinte: nesses pimentões que nós tivemos essa melhora, nós tivemos detrimento em fibras e em proteínas”.

“Acho muito importante que os estudos continuem. O desafio na nossa área é esse: saber o quanto, como recomendar e o efeito seguro. E na área de melhoramento é concentrar o composto, sem reduzir outro componente, que provavelmente fará falta para outra resolução de outro problema de saúde”, ressalta Jocelem.

E agora, a melhor fase da pesquisa: a pasta de grão-de-bico, chamado homus. Em saladas, ou em pasta, o grão-de-bico é muito gostoso. Na família da comerciante Tahsine Hammoud, o grão-de-bico já é tradição.

A ajudante de cozinha Luciana Marques é do Ceará e ela viveu lá durante 23 anos sem nunca ter visto grão-de-bico. Não sabia nem o que era. Só veio conhecer em São Paulo. “Só vim conhecer aqui nesse emprego que eu já estou há mais de um ano e consegui descobrir o segredo do grão-de-bico, como que a gente faz o homus”,conta.

Ela mostra como é que faz a pasta de grão-de-bico, tradicional da cozinha árabe. “Primeiramente, a gente coloca o limão, um pouco de alho, um pouco de sal. Tudo a olho, não tem muita medida”, explica a ajudante de cozinha.

Depois que a Luciana teve o maior trabalho e fez tudo direitinho, Isabela Assumpção entra para fazer o melhor pedaço: experimentar a pasta. “É dos deuses. Eu podia passar minha vida inteira comendo isso. Muito bom”, elogia a repórter.

Fonte: Globo Repórter

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Veja a receita da pasta de grão-de-bico

A ajudante de cozinha Luciana Marques, do Ceará, ensina como se faz a pasta de grão-de-bico, tradicional da cozinha árabe. Confira aqui a receita.

Pasta de Grão-de-Bico

Ingredientes:

- Limão
- Alho
- Sal
- Grão de bico
- Água

Modo de preparo:

Em primeiro lugar, você coloca o limão, um pouco de alho e um pouco de sal. Depois, você vai colocando o grão-de-bico, um pouco de água e mais grão-de-bico. Assista o vídeo!

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Globo Repórter mostra a receita da comida boa, barata e saudável

30th abril, 2010 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 30/04/10

Você vai saber como melhorar a qualidade da sua alimentação sem gastar mais.

Nesta sexta-feira (30), comida boa, barata e saudável. O Globo Repórter mostra os alimentos que ajudam a enriquecer a sua dieta do dia a dia. Veja como melhorar a qualidade da sua alimentação sem gastar mais.

Conheça o peixe campeão de vitaminas e minerais é também o mais barato do Brasil.

Carne magra, inhame, arroz integral, feijão, legumes e as folhas verdes: na opinião de cientistas esta é a fórmula do prato perfeito.

E para quem precisa comer na rua, como escolher o prato mais saudável?

Fonte: Globo Repórter

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