Ponche de Frutas

24th dezembro, 2017 by Danny Mou

Resgatando esta receita dos tempos antigos, muito usada nas festinhas da minha juventude! Uma opção mais suave e refrescante, para quem não deseja tomar vinho, mas também não quer ficar só no suco ou refri! ;)

Ingredientes:
- 1 garrafa de espumante suave (750ml)
- 1 litro de Guaraná (não usar light ou zero pois altera o sabor)
- 1 lata de fruta em calda (abacaxi ou pêssego)
- 1 laranja média cortada em rodelas
- 1 maçã média com casca
- cerejas, uvas sem caroço, kiwi, morango, etc…

Modo de Preparo:
Deixe o espumante e o guaraná bem gelados. Separe 1 xícara (chá) da calda (abacaxi ou pêssego) e pique as frutas em pedacinhos bem pequenos. Pique também a maçã e outras frutas de sua preferência. A laranja deve ser cortada em rodelas finas.

Junte os líquidos numa poncheira ou tigela funda, misture com uma colher e depois acrescente as frutas. Sirva com uma conchinha em copos pequenos. Se for necessário, acrescente cubos de gelo aos poucos – para não deixar o ponche aguado.

Receita publicada originalmente no Blog em 30/12/2014

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Como conservar os queijos no verão?

16th janeiro, 2016 by Danny Mou

Os queijos, alimento lácteo consumido e presente no dia a dia dos brasileiros, são produzidos através da coagulação do leite de mamíferos, passando por processos de coalhada, soro e maturação, que vão definir sua textura e sabor. Podem ser utilizados em diferentes tipos de receitas ou ingeridos na sua forma natural. Nos dias mais quentes, os queijos devem ser preservados de maneira correta.

Confiram as oito dicas abaixo!

Dica 1
A maioria dos queijos deve ser mantida sob refrigeração apenas para sua conservação. No momento do consumo devem estar em temperatura ambiente. Consumir queijo em baixa temperatura inibe a percepção de textura, aroma e sabor, transformando por completo a sensação agradável de consumir alimento tão importante e nutritivo;

Dica 2
Os queijos mais macios e cremosos devem ser retirados da geladeira no momento do consumo, já os queijos mais firmes e duros, se a porção for pequena, podem ficar até dois dias fora da geladeira;

Dica 3
Para porções maiores, recomenda-se retirar um pedaço, envolver em papel alumínio, mantê-lo sob refrigeração e retirar da geladeira, no mínimo, 30 minutos antes do consumo;

Dica 4
Enquanto fechados em suas embalagens originais e mantidos nas temperaturas (máxima e mínima), os queijos duram o tempo prescrito na rotulagem. Mas quando a embalagem é aberta, uma nova data deverá ser considerada, conforme texto legal impresso na embalagem do produto. Seja fresco, fatiado ou defumado, é preciso atenção máxima na refrigeração e consumo dos queijos durante o verão;

Dica 5
De maneira geral, os queijos podem ser guardados na embalagem original. Após aberto, o ideal é transferir para um recipiente com tampa;

Dica 6
Para consumidores que gostam de armazenar o queijo fatiado ou picado, o mesmo pode ser guardado em um recipiente de plástico com tampa e também colocado para refrigerar, observando sempre a nova data de validade após a abertura da embalagem original;

Dica 7
Queijos frescos como o Minas Frescal deve ter a embalagem original e o soro descartados, e em seguida o mesmo deve ser colocado em uma queijeira e mantido sob refrigeração. A cada momento que for servido, deverá ser desprezado o soro e assim que terminar de ser servido, deve voltar imediatamente para a geladeira, pois por ser um queijo fresco, quanto mais tempo ficar armazenado em geladeira, mais garantido será o seu frescor e sabor. O segredo de conservação do queijo Minas Frescal é tirá-lo do refrigerador o menor tempo possível;

Dica 8
Aberta a embalagem de um queijo, importante verificar a informação impressa no rótulo: “consumir em até… dias”. Esta nova validade é a garantia de um produto saudável definida pelo laticínio, período em que sua textura, sabor e aroma permanecem inalterados.

Fonte: Raquel Santana – especialista mestra em ciência e de tecnologia do leite, release oficial Regina.

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Como evitar a intoxicação alimentar no verão?

28th dezembro, 2015 by Danny Mou

A intoxicação alimentar nada mais é do que um problema de saúde causado pela ingestão de água ou de alimentos contaminados por toxinas ou parasitas, como os fungos, vermes, vírus e bactérias. E é durante o verão que os quadros se agravam, principalmente porque as pessoas tiram férias, vão à praia e passam a consumir mais saladas, alimentos crus e a ingerir mais água – que nem sempre é potável.

Segundo a Dra. Maira Marzinotto, gastroenterologista na Rede São Camilo de São Paulo, qualquer alimento não cozido, como os peixes crus e as carnes malpassadas, leites e queijos não pasteurizados, verduras mal-lavadas, produtos mal-acondicionados e fora da validade podem causar intoxicação. “Esse problema normalmente se manifesta com sintomas digestivos, como náuseas, vômitos e diarreia e podem vir acompanhados de febre, mal-estar e dores abdominais”, completa.

O diagnóstico geralmente é feito após o relato de a pessoa ter comido alimentos crus ou malpassados, verduras cruas ou ter bebido água não potável. Dado o diagnóstico, o tratamento para os casos mais leves é feito com hidratação à base de isotônicos, água de coco e sucos. Já nos casos mais graves, podem ser indicadas medicações antiparasitárias ou antibióticas, além de hidratação por soro.

Os cuidados com a saúde não param por aí, já que durante o período de recuperação o paciente precisa manter uma dieta especial. “Eles devem ingerir muitos líquidos, fazer uma dieta leve, sem gorduras e com poucos alimentos fermentativos, como leite, grãos e massas, além de evitar a ingestão de verduras cruas, pelo menos até a recuperação total”, explica a gastroenterologista.

Para finalizar, Dra Maira recomenda que o paciente em tratamento tente comer sempre que possível em casa e evite ingerir bebidas alcoólicas e refrigerantes. Fonte: Dra. Maira Marzinotto, gastroenterologista na Rede São Camilo de São Paulo.

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Crise hídrica aumenta número de casos de dengue!

18th março, 2015 by Danny Mou

Armazenamento inadequado da água pode ser a razão do crescimento da doença em mais de 57% em janeiro de 2015, segundo balanço do Ministério da Saúde

São Paulo, fevereiro de 2015 – A época das chuvas demorou para chegar, mas o que poderia ter ajudado a diminuir os casos de dengue, acabou se tornando a possível razão de um aumento de mais de 57% em janeiro de 2015, se comparado com o mesmo período do ano passado, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

“Diante da falta d’água e início do racionamento no auge do verão, a população armazenou o líquido para as necessidades básicas. Porém, o mau acondicionamento em recipientes destampados pode ter se tornado o habitat perfeito para o desenvolvimento do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue”, comenta o infectologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, José Ribamar Branco.

A dengue é uma doença infecciosa, que pode causar uma diminuição na quantidade de plaquetas, induzindo sangramento, e de leucócitos, glóbulos brancos que integram o sistema imunológico. “Atualmente, há quatro subtipos, no Brasil: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4, sendo o sorotipo mais comum o DEN-1, responsável por mais de 80% dos casos. A dengue hemorrágica é a evolução de um caso clássico da doença por falta de diagnóstico e acompanhamento médico ou por automedicação”, esclarece.

Segundo o especialista, os primeiros sintomas da doença aparecem cerca de cinco dias depois da picada do mosquito. “Os mais comuns são febre alta, dor nos ossos e articulações, cansaço e moleza, dor de cabeça atrás dos olhos, tonturas, náuseas e vômitos, perda de apetite e de paladar. Após esse período, manchas vermelhas aparecem no corpo do paciente infectado”, detalha.

O diagnóstico da dengue é feito por uma conversa entre o médico e o paciente (anamnese), no consultório, porque o vírus só apresenta resultado positivo no exame de sangue após sete dias do início dos sintomas. “Porém, não é possível diagnosticar a dengue apenas com base nos sintomas, pois eles são os mesmos de qualquer doença infecciosa. É preciso também avaliar se há um surto próximo ao local de convivência do paciente”, revela.

A dengue não é considerada uma doença de risco, quando acomete uma pessoa saudável e tem o devido acompanhamento médico, mas exige cuidados em pacientes com doenças crônicas, idosos e crianças. “Não existe um tratamento específico para a doença. São receitados medicamentos sintomáticos para combater a febre e a dor e é feito o acompanhamento da quantidade de plaquetas e leucócitos. Apenas um médico poderá indicar o medicamento adequado. A automedicação pode levar o paciente ao óbito”, alerta.

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De acordo com o infectologista, a melhor forma de prevenção da doença é o combate ao mosquito transmissor. “É preciso ficar atento e eliminar os depósitos de água parada para evitar a proliferação do Aedes aegypti. Para ajudar a população a localizar e exterminar os focos da doença, o governo conta com o trabalho de agentes de combate à dengue”, reforça. Fonte: Dr. José Ribamar Branco. Infectologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

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Pizza de Abobrinha Light

7th março, 2015 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 07/03/15

Quinta-feira passada foi dia de saborear pizza, mas sem culpa: feita com massa integral e sabor light! ;)

A Dídio Pizza Delivery gentilmente enviou para degustação, uma saborosa Pizza de Abobrinha Light feita com massa integral finíssima, crocante e apenas 256 calorias por fatia!

Esta pizza faz parte do cardápio Delícias de Verão, criado especialmente para “quem quer manter a boa forma, mas não dispensa uma boa pizza“. São 5 sabores, todos com massa 100% integral. Também é possível saborear a exclusiva massa integral Dídio Pizza com os demais sabores salgados.

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Quem resiste à esta delícia, feita com mussarela de búfala, abobrinha ao forno
temperada, alho poró e parmesão?

Sou até suspeita para falar, pois os leitores do Blog já sabem que eu simplesmente adoro receitas com abobrinha! Então, convidei a colaboradora do Blog, Soraya Gars, para saborear a pizza comigo. Nós adoramos e o que mais nos surpreendeu foi sabor da abobrinha, temperada na medida certa; pois muitas vezes, pizzas feitas com vegetais são um pouco sem graça. E a casquinha de parmesão por cima, confere uma crocância magnífica. Esta pizza foi super aprovada!!!

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A embalagem, além de bonita e prática, vem com lacre de segurança!

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Para saber mais sobre o cardápio Delícias de Verão e os outros sabores,
visitem o site da Dídio Pizza Delivery!

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