Como conservar os queijos no verão?

16th janeiro, 2016 by Danny Mou

Os queijos, alimento lácteo consumido e presente no dia a dia dos brasileiros, são produzidos através da coagulação do leite de mamíferos, passando por processos de coalhada, soro e maturação, que vão definir sua textura e sabor. Podem ser utilizados em diferentes tipos de receitas ou ingeridos na sua forma natural. Nos dias mais quentes, os queijos devem ser preservados de maneira correta.

Confiram as oito dicas abaixo!

Dica 1
A maioria dos queijos deve ser mantida sob refrigeração apenas para sua conservação. No momento do consumo devem estar em temperatura ambiente. Consumir queijo em baixa temperatura inibe a percepção de textura, aroma e sabor, transformando por completo a sensação agradável de consumir alimento tão importante e nutritivo;

Dica 2
Os queijos mais macios e cremosos devem ser retirados da geladeira no momento do consumo, já os queijos mais firmes e duros, se a porção for pequena, podem ficar até dois dias fora da geladeira;

Dica 3
Para porções maiores, recomenda-se retirar um pedaço, envolver em papel alumínio, mantê-lo sob refrigeração e retirar da geladeira, no mínimo, 30 minutos antes do consumo;

Dica 4
Enquanto fechados em suas embalagens originais e mantidos nas temperaturas (máxima e mínima), os queijos duram o tempo prescrito na rotulagem. Mas quando a embalagem é aberta, uma nova data deverá ser considerada, conforme texto legal impresso na embalagem do produto. Seja fresco, fatiado ou defumado, é preciso atenção máxima na refrigeração e consumo dos queijos durante o verão;

Dica 5
De maneira geral, os queijos podem ser guardados na embalagem original. Após aberto, o ideal é transferir para um recipiente com tampa;

Dica 6
Para consumidores que gostam de armazenar o queijo fatiado ou picado, o mesmo pode ser guardado em um recipiente de plástico com tampa e também colocado para refrigerar, observando sempre a nova data de validade após a abertura da embalagem original;

Dica 7
Queijos frescos como o Minas Frescal deve ter a embalagem original e o soro descartados, e em seguida o mesmo deve ser colocado em uma queijeira e mantido sob refrigeração. A cada momento que for servido, deverá ser desprezado o soro e assim que terminar de ser servido, deve voltar imediatamente para a geladeira, pois por ser um queijo fresco, quanto mais tempo ficar armazenado em geladeira, mais garantido será o seu frescor e sabor. O segredo de conservação do queijo Minas Frescal é tirá-lo do refrigerador o menor tempo possível;

Dica 8
Aberta a embalagem de um queijo, importante verificar a informação impressa no rótulo: “consumir em até… dias”. Esta nova validade é a garantia de um produto saudável definida pelo laticínio, período em que sua textura, sabor e aroma permanecem inalterados.

Fonte: Raquel Santana – especialista mestra em ciência e de tecnologia do leite, release oficial Regina.

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Como evitar a intoxicação alimentar no verão?

28th dezembro, 2015 by Danny Mou

A intoxicação alimentar nada mais é do que um problema de saúde causado pela ingestão de água ou de alimentos contaminados por toxinas ou parasitas, como os fungos, vermes, vírus e bactérias. E é durante o verão que os quadros se agravam, principalmente porque as pessoas tiram férias, vão à praia e passam a consumir mais saladas, alimentos crus e a ingerir mais água – que nem sempre é potável.

Segundo a Dra. Maira Marzinotto, gastroenterologista na Rede São Camilo de São Paulo, qualquer alimento não cozido, como os peixes crus e as carnes malpassadas, leites e queijos não pasteurizados, verduras mal-lavadas, produtos mal-acondicionados e fora da validade podem causar intoxicação. “Esse problema normalmente se manifesta com sintomas digestivos, como náuseas, vômitos e diarreia e podem vir acompanhados de febre, mal-estar e dores abdominais”, completa.

O diagnóstico geralmente é feito após o relato de a pessoa ter comido alimentos crus ou malpassados, verduras cruas ou ter bebido água não potável. Dado o diagnóstico, o tratamento para os casos mais leves é feito com hidratação à base de isotônicos, água de coco e sucos. Já nos casos mais graves, podem ser indicadas medicações antiparasitárias ou antibióticas, além de hidratação por soro.

Os cuidados com a saúde não param por aí, já que durante o período de recuperação o paciente precisa manter uma dieta especial. “Eles devem ingerir muitos líquidos, fazer uma dieta leve, sem gorduras e com poucos alimentos fermentativos, como leite, grãos e massas, além de evitar a ingestão de verduras cruas, pelo menos até a recuperação total”, explica a gastroenterologista.

Para finalizar, Dra Maira recomenda que o paciente em tratamento tente comer sempre que possível em casa e evite ingerir bebidas alcoólicas e refrigerantes. Fonte: Dra. Maira Marzinotto, gastroenterologista na Rede São Camilo de São Paulo.

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Crise hídrica aumenta número de casos de dengue!

18th março, 2015 by Danny Mou

Armazenamento inadequado da água pode ser a razão do crescimento da doença em mais de 57% em janeiro de 2015, segundo balanço do Ministério da Saúde

São Paulo, fevereiro de 2015 – A época das chuvas demorou para chegar, mas o que poderia ter ajudado a diminuir os casos de dengue, acabou se tornando a possível razão de um aumento de mais de 57% em janeiro de 2015, se comparado com o mesmo período do ano passado, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

“Diante da falta d’água e início do racionamento no auge do verão, a população armazenou o líquido para as necessidades básicas. Porém, o mau acondicionamento em recipientes destampados pode ter se tornado o habitat perfeito para o desenvolvimento do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue”, comenta o infectologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, José Ribamar Branco.

A dengue é uma doença infecciosa, que pode causar uma diminuição na quantidade de plaquetas, induzindo sangramento, e de leucócitos, glóbulos brancos que integram o sistema imunológico. “Atualmente, há quatro subtipos, no Brasil: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4, sendo o sorotipo mais comum o DEN-1, responsável por mais de 80% dos casos. A dengue hemorrágica é a evolução de um caso clássico da doença por falta de diagnóstico e acompanhamento médico ou por automedicação”, esclarece.

Segundo o especialista, os primeiros sintomas da doença aparecem cerca de cinco dias depois da picada do mosquito. “Os mais comuns são febre alta, dor nos ossos e articulações, cansaço e moleza, dor de cabeça atrás dos olhos, tonturas, náuseas e vômitos, perda de apetite e de paladar. Após esse período, manchas vermelhas aparecem no corpo do paciente infectado”, detalha.

O diagnóstico da dengue é feito por uma conversa entre o médico e o paciente (anamnese), no consultório, porque o vírus só apresenta resultado positivo no exame de sangue após sete dias do início dos sintomas. “Porém, não é possível diagnosticar a dengue apenas com base nos sintomas, pois eles são os mesmos de qualquer doença infecciosa. É preciso também avaliar se há um surto próximo ao local de convivência do paciente”, revela.

A dengue não é considerada uma doença de risco, quando acomete uma pessoa saudável e tem o devido acompanhamento médico, mas exige cuidados em pacientes com doenças crônicas, idosos e crianças. “Não existe um tratamento específico para a doença. São receitados medicamentos sintomáticos para combater a febre e a dor e é feito o acompanhamento da quantidade de plaquetas e leucócitos. Apenas um médico poderá indicar o medicamento adequado. A automedicação pode levar o paciente ao óbito”, alerta.

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De acordo com o infectologista, a melhor forma de prevenção da doença é o combate ao mosquito transmissor. “É preciso ficar atento e eliminar os depósitos de água parada para evitar a proliferação do Aedes aegypti. Para ajudar a população a localizar e exterminar os focos da doença, o governo conta com o trabalho de agentes de combate à dengue”, reforça. Fonte: Dr. José Ribamar Branco. Infectologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

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Pizza de Abobrinha Light

7th março, 2015 by Danny Mou

>> Diário Pessoal, 07/03/15

Quinta-feira passada foi dia de saborear pizza, mas sem culpa: feita com massa integral e sabor light! ;)

A Dídio Pizza Delivery gentilmente enviou para degustação, uma saborosa Pizza de Abobrinha Light feita com massa integral finíssima, crocante e apenas 256 calorias por fatia!

Esta pizza faz parte do cardápio Delícias de Verão, criado especialmente para “quem quer manter a boa forma, mas não dispensa uma boa pizza“. São 5 sabores, todos com massa 100% integral. Também é possível saborear a exclusiva massa integral Dídio Pizza com os demais sabores salgados.

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Quem resiste à esta delícia, feita com mussarela de búfala, abobrinha ao forno
temperada, alho poró e parmesão?

Sou até suspeita para falar, pois os leitores do Blog já sabem que eu simplesmente adoro receitas com abobrinha! Então, convidei a colaboradora do Blog, Soraya Gars, para saborear a pizza comigo. Nós adoramos e o que mais nos surpreendeu foi sabor da abobrinha, temperada na medida certa; pois muitas vezes, pizzas feitas com vegetais são um pouco sem graça. E a casquinha de parmesão por cima, confere uma crocância magnífica. Esta pizza foi super aprovada!!!

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A embalagem, além de bonita e prática, vem com lacre de segurança!

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Para saber mais sobre o cardápio Delícias de Verão e os outros sabores,
visitem o site da Dídio Pizza Delivery!

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Saiba mais sobre as alergias!

29th janeiro, 2015 by Danny Mou

Você sabia que doenças alérgicas atingem de 30 a 40% da população mundial?

Para sanar algumas dúvidas sobre o tema, convidamos o alergologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Dr. Alexandre Okamori, para responder algumas perguntas:

- De que forma as alergias se manifestam?

As alergias podem se manifestar das mais diversas formas, desde sintomas respiratórios como espirros, coriza, tosse e chiado no peito a manifestações cutâneas, como coceira e lesões de pele, além de sintomas gastrointestinais, como cólica ou diarreia.

- Quais os ambientes e temperaturas mais propícios para alergias respiratórias?

De maneira geral, as alergias respiratórias ocorrem devido ao pó e aos ácaros que vivem em nossas casas, especialmente nos quartos. Eles gostam de sombra e umidade. É claro que fatores como poluição e baixa umidade relativa do ar, devido aos longos períodos sem chuvas, também são prejudiciais aos alérgicos.

- Quais as alergias respiratórias mais comuns?

As alergias respiratórias mais comuns são: rinite e asma. No caso da rinite (ou rinoconjuntivite) os sintomas principais são: coriza, espirros, obstrução nasal, prurido nasal e/ou nos olhos, lacrimejamento e vermelhidão. Pode ocorrer também tosse e até perda de olfato. Já a asma pode se manifestar com falta de ar, tosse aos esforços, chiado no peito e cansaço. Tanto a rinite quanto a asma podem ocorrer por alergia ao pó, mofo, pelo de animais, produtos com cheiro forte e mudanças climáticas.

- Quais os ambientes mais propícios para alergias de pele?

As alergias de pele podem ter causas variadas e vários desencadeantes de coceira e irritação da pele. O calor excessivo, o uso de roupas de tecido sintético, o banho muito quente e o contato com produtos químicos são fatores que podem causar piora na alergia da pele.

- Por que algumas pessoas têm reações alérgicas mais graves, que podem levar ao choque anafilático?

Existem pessoas que, devido a uma maior intensidade da alergia, podem apresentar um quadro grave, com manifestações sistêmicas, chamado anafilaxia. Nesse caso, a pessoa pode ter, além dos sintomas já descritos, hipotensão, falta de ar, inchaço no rosto e vias respiratórias (edema de glote) e pode vir a falecer.

- O que acontece com o organismo durante o choque anafilático e quais as medidas de socorro que devem ser tomadas?

A anafilaxia, ou choque anafilático, é uma reação sistêmica do corpo contra algum agente estranho (alérgeno), com liberação de histamina e uma série de outras substâncias, que levam a diversas manifestações: taquicardia, sudorese, mal estar, hipotensão, confusão, inchaço no rosto e vias aéreas, dificuldade para engolir e desmaio. Esse quadro pode evoluir rapidamente e o melhor é levar a pessoa ao atendimento médico mais próximo.

- Existem sinais que anunciem o choque anafilático?

Os sinais e sintomas da anafilaxia podem ser variados, mas deve-se pensar nesse quadro se algum dos sintomas acima ocorrer numa pessoa que comeu algo diferente, tomou picada de abelha ou vespa ou tomou algum medicamento.

- Quais são os componentes mais comuns nas fórmulas dos medicamentos antialérgicos?

Os medicamentos antialérgicos contêm anti-histamínicos: eles bloqueiam a ação da histamina que é liberada na alergia. Os medicamentos mais antigos causam mais sonolência, os mais novos, no geral, não. Pode haver associação de um anti-histamínico com um corticoide, que tem uma ação anti-inflamatória (e antialérgica) ou com um descongestionante, em casos de obstrução de vias aéreas.

- Alguns pacientes também reclamam de que os antialérgicos levam ao inchaço do organismo ou ganho de peso. Essa relação existe?

Os antialérgicos associados a corticosteroides podem levar a aumento do peso porque eles aumentam o apetite e provocam retenção de líquido, então o ideal é evitar o uso prolongado ou frequente desses medicamentos. Fonte: Dr. Alexandre Okamori, dermatologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

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